O presidente boliviano, Evo Morales, confirmou que pretende terminar o processo de nacionalização do setor energético de seu país. Morales defendeu que o dinheiro ganho com a venda de petróleo e gás para o Brasil e Argentina seja usado para melhorar a renda básica da população.
A reforma na lei de hidrocarbonetos, que deve consolidar a nacionalização, será feita após a eleição de dezembro, na qual Morales tenta a reeleição. A petrolífera boliviana, YPFB, anunciou um aumento no volume de investimentos para aumentar as reservas de gás do país. Segundo a empresa, serão US$ 11 bilhões entre 2011 e 2015.
A Bolívia já havia nacionalizado todos os recursos naturais com sua nova constituição, mas o governo considera necessário um aumento na fiscalização de operadoras privadas que atuam no país.

Esses novos caudilhos Evo Morales, Hugo Chávez e outros estão retrocedendo a economia de seus países em décadas.