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Micheletti e Zelaya aceitam pontos da proposta de saída alternativa para a crise política sugerida por empresários.
O líder do governo provisório está disposto a deixar o poder se o presidente deposto aceitar se entregar à Justiça. Zelaya estaria de acordo. Além de ser julgado pelos crimes que cometeu, Zelaya também teria poderes reduzidos caso se confirme a sua recondução à presidência de Honduras. A volta negociada aconteceria antes das eleições de 29 de novembro.
“Se o senhor Zelaya disser que aceita, terminou o problema”, disse o presidente da Associação Nacional das Indústrias de Honduras, Adolfo Facussé. Em reunião com deputados brasileiros na embaixada do Brasil em Tegucigalpa, Zelaya teria dito que aceita ser processado e está disposto a “abrir mão de boa parte de seus poderes”.