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Educação pré-escolar

Americanos debatem a necessidade da pré-escola

Alguns críticos questionam a necessidade do ensino pré-escolar, mas estudos apontam que crianças que cursaram a pré-escola se desenvolveram mais

Americanos debatem a necessidade da pré-escola
Americanos costumam colocar os filhos na escola entre os cinco e seis anos de idade (Reprodução/Internet)

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Os primeiros anos escolares nos EUA, conhecidos como jardim de infância, geralmente começam entre os cinco e seis anos de idade das crianças. Dentre os países ricos, um início tão tardio é uma espécie de anomalia. Barack Obama acredita que este é um problema econômico e social; seu secretário de educação chegou a afirmar que a prática é “moralmente indefensável”.

A pré-escola pode ajudar no preenchimento dessa lacuna. Obama, em seu discurso sobre o estado da União no mês passado, conclamou uma união e entre o governo federal e os estados a fim de dar a todas as crianças americanas o acesso à pré-escola. Mais tarde ficou claro que “todas as crianças” na verdade queria dizer aquelas cujas famílias têm uma renda até 200% superior à linha da pobreza – o que equivale a uma renda de US$ 47 mil para uma família de quatro.

Alguns críticos afirmam que matricular seus filhos aos quatro anos na escola não adianta nada. A evidência sugere o contrário. Por exemplo, em 20 de março, novos resultados referentes a um estudo com crianças entre 9 e 11 anos de idade foram anunciados. Esse relatório constatou que crianças deficientes que haviam cursado a pré-escola tinham habilidades de leitura, línguas, matemática e ciência melhores. E também que dois anos de pré-escola eram melhores que um.

 

*Texto traduzido e adaptado da Economist por Eduardo Sá

Fontes:
The Economist-Winning grades

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1 Opinião

  1. Ivaniza disse:

    Ah, booom, pela matéria que eu IA ler, pensei que fossem crianças de todas as Américas, a saber, do Sul, Central e do Norte.
    Mas parece que refere-se apenas a crianças NORTE-AMERICANAS, mais especificamente dos Estados Unidos, nem sequer incluindo o Canadá.
    Opinião e Notícia, por favor, sua redação já foi mais criteriosa, prestem atenção nesses detalhes da informação, embora seja um lugar-comum chamar os Estadunidenses de americanos, americanos nós brasileiros, peruanos, urugaios, argentinos…também somos.

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