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Transporte urbano

Argentinos aderem à bicicleta

Seguindo Bogotá, Cidade do México, os pioneiros regionais, a última capital a estimular o uso da bicicleta é Buenos Aires

Argentinos aderem à bicicleta
Argentinos agora parecem estar se afeiçoando à ideia de abandonar o carro (Reprodução)

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Os latino-americanos que têm condições de comprar um carro são tão afeitos a eles como suas contrapartes a norte do Rio Grande. E graças ao desenvolvimento da região, cada vez mais pessoas têm comprado veículos. Isso está promovendo tanto os terríveis engarrafamentos em muitas das regiões da cidade como a rápida disseminação de esforços para promover o ciclismo urbano.

Seguindo Bogotá e Cidade do México, os pioneiros regionais, a última capital a estimular o uso da bicicleta é Buenos Aires. Em janeiro, em cima de uma das bicicletas públicas amarelas da cidade, o prefeito Mauricio Macri anunciou a entrega do centésimo quilômetro de ciclovia protegida. Lançado há pouco menos de dois anos, o programa Mejor em Bici (Melhor de bicicleta) da cidade envolveu empréstimos sem juros para estimular a compra de bicicletas, bem como as ciclovias e as 1.000 bicicletas públicas gratuitas disponíveis em 28 estações.

De início, o programa não foi muito popular, especialmente entre motoristas de carros. “As bicicletas eram vistas apenas como ferramentas de exercício e recreação, e as pessoas pensavam que nós estávamos completamente loucos em encorajar o seu uso como meio de transporte”, afirma Guillermo Dietrich, o encarregado pelo projeto.

A opinião pública agora parece estar se afeiçoando à ideia, em parte porque a bicicleta é o meio de transporte mais rápido para se mover na capital da Argentina, ou pelo menos em seu centro, administrado por Macri. Os ciclistas ainda representam uma minoria pequena dos usuários de transportes, sendo responsável hoje por apenas 2% das jornadas, mas essa proporção foi quintuplicada desde o início do programa.

 

Fontes:
The Economist - Better by bici

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