A corrida é cada vez mais popular e surge como opção para fazer amizades, praticar exercícios e aumentar a qualidade de vida
A predominância de grupos estrangeiros reflete que o Brasil recebeu cerca de US$ 3,1 bilhões de investimentos na indústria do etanol
Confira o calendário divulgado pelo Ministério da Saúde
A democracia brasileira não é, ainda, muito digna do nome, quando o eleitorado olha o panorama à sua volta
Saiba quais exames as mulheres devem fazer e os cuidados importantes para manter a saúde
O Próxima Parada do Opinião e Notícia segue para Natal, no Rio Grande do Norte, e conta com a participação dos leitores.
Nossa coluna semanal de críticas (construtivas) à imprensa
Leia a carta escolhida na semana pelo Opinião e Notícia
Primeiro artigo da série sobre o curso A arte do Design - Art Nouveau e Bauhaus, da Casa do Saber Rio
Confira a crítica semanal de cinema de Francisco Taunay
Nos desastres do Haiti e do Chile, o presidente se manteve à disposição para reerguer os países diante das tragédias naturais
No intervalo da novela, uma loura linda e esquálida mostra as pernas num comercial de cerveja.
Essas histórias vêm sendo contadas no julgamento do chefe da prisão de Tuol Sleng por pessoas que se dizem vítimas do regime comunista.
Kaing Guek Eav, ou Duch, de 66 anos, é o primeiro de cinco nomes importantes do regime comunista a ser julgado no país asiático com apoio da ONU. Ele é acusado por crimes contra a humanidade e crimes de guerra quando estava no comando da prisão de Tuol Sleng, onde pelo menos 14 mil pessoas foram torturadas e mortas.
Duch assumiu a responsabilidade pela tortura e morte destas pessoas e expressou seu “sincero pesar”, mas também disse que pertencia a uma hierarquia onde a desobediência muitas vezes significava a morte. Estima-se que o regime do Khmer Vermelho seja responsável pela morte de 1,7 milhão de pessoas entre 1975 e 1979.
Compartilhe