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Um tribunal em Yangun apontou violação de leis de segurança quando a líder da oposição de Mianmar, Aung San Suu Kyi, permitiu que um norte-americano entrasse em sua casa no último mês de maio. Ela foi condenada a mais 18 meses de prisão domiciliar.
Suu Kyi, que recebeu o prêmio Nobel da Paz em 1991, passou 14 dos últimos 20 anos detida. Apesar de ter negado as acusações, disse que esperava ser condenada.
Jornalistas tiveram acesso permitido ao tribunal inesperadamente, pouco antes de a sentença ser anunciada. Críticos afirmam que os militares encontraram no processo uma forma de manter a líder da oposição presa até depois das eleições programadas para 2010. A Liga Nacional para Democracia, partido de Suu Kyi, venceu a última eleição no país em 1988, mas nunca conseguiu assumir o poder.