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Ativista brasileira tem pedido de liberdade negado na Rússia

Ana Paula Maciel foi presa em um protesto em uma plataforma de petróleo no Ártico

Ativista brasileira tem pedido de liberdade negado na Rússia
Ativista brasileira do Greenpeace Ana Paula Maciel (Fonte: Reprodução/AP)

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A ativista brasileira do Greenpeace Ana Paula Maciel, que foi presa em um protesto em uma plataforma de petróleo no Ártico, teve o pedido de liberdade negado pela justiça da Rússia nesta quinta-feira, 24.

Outros 28 ativistas também tiveram o pedido de fiança negado. A informação foi divulgada pelo Greenpeace.

A Justiça russa informou nesta quarta-feira 23, que retirou as acusações de pirataria contra o grupo de ativistas e ainda dois jornalistas. Eles estão presos desde o dia 18 de setembro.

A agência de notícias estatal Itar-Tass revelou que os detidos passarão a responder por “hooliganismo”, ou vandalismo. A punição nesse caso é considerada mais branda. A AFP informou que a pena é de até sete anos de reclusão. Caso fossem condenados por pirataria, os ativistas poderiam cumprir penas de até 15 anos de prisão.

O Greenpeace Internacional divulgou nota afirmando que os “28 ativistas e dois jornalistas não são piratas, tampouco vândalos”. A organização informou ainda que a nova acusação será contestada, assim como aconteceu com as acusações de pirataria.

Fontes:
G1 - Ativista brasileira do Greenpeace tem pedido de fiança negado na Rússia

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3 Opiniões

  1. Mauricio Fernandez disse:

    Esse caso é o retrato do Brasil onde tudo é falso. A Espanha e outros países europeus cansaram e abusaram de ‘massacrar’ brasileiros que para lá se dirigiam como turistas ou para estudos. Foram muitos os casos. Mas nenhum como esse onde uma brasileira se mete com o o Greenpeace, que até hoje o povo brasileiro não sabe por qual razão dá palpite nas ações do governo e praticamente tem um estatus de ministério. Pois a tal brasileira e colegas do greenpeace arrumaram uma confusão com os russos que não costumam ‘dar corda’ a invasores. Deu no que deu. A diferença é nossa diplomacia e do nosso governo que estão na ponta dos pés num corre-corre para atender as necessidades da invasora que é só sorrisos com direito a mãesinha na tv dizendo que éla é a alegria da casa. É de embrulhar o estomago. Teriam nossas ‘autoridades’ a mesma atitude se fosse apenas mais um brasileiro e não um integrante do Greenpeace? Vão catar coquinho!

  2. Regina Caldas disse:

    Na Holanda, em Utrecht, tem uma faculdade de “Direitos Humanos”, cuja principal parceira é a ONU. O quarto braço da ONU são as ONGs. Grande parte de suas cabeças sendo formados na tal faculdade holandesa. Recebem acadêmicos de todo canto do mundo. Que são enviados, como parte de sua formação, à países afim de monitorarem violações de Direitos Humanos. Como uma srta., que a serviço da ONU esteve no Brasil monitorando as condições dos presos nas cadeias. Deve ser realmente muito bom estar a serviço da ONU e trabalhar nestas ONGs. Porque nos Estados Unidos, atualmente tem muito mais estudantes nos cursos sociais, que nas áreas científicas. São estes jovens que são financiados para virem ao Forum Social; para entupirem navios de armamentos destinados à Gaza; para, por interesses econômicos, virem ao Brasil destruir laboratórios como fizeram no sul do país no laboratório de pesquisa de eucaliptos, ou para acusarem uma grande empresa francesa que atua no Brasil, de estarem exportando produtos da Amazônia para a Europa, sem aval ecológico..Agora, só não dá para imaginar, que às vésperas do inverno europeu, o Greenpeace invada uma plataforma de petróleo russo, quando parte do gás que a Europa consome vem da Rússia…. .

  3. Luiz Franco disse:

    Essa estória me lembra um vizinho que, quando a filha – classe média – tinha arroubos de querer mudar o mundo, ele perguntava se ela já tinha arrumado o próprio quarto.

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