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Britânicas conquistam o direito ao voto

Inspiradas no movimento da Nova Zelândia, mulheres vão às ruas em busca do direito ao voto

Britânicas conquistam o direito ao voto
Inspiradas na Nova Zelândia, Millicent Garrett Fawcett e Lydia Becker fundaram o NUWSS (Foto: Wikipedia)

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Durante o século XIX, a Europa vivia um processo de urbanização e industrialização, o que fez com que mulheres chegassem às grandes cidades para trabalhar em fábricas, deixando de serem apenas donas de casa. Essa mudança no cenário econômico e social fez com que surgisse na Inglaterra uma maior conscientização feminina sobre seus direitos, acelerando o movimento feminista da época.

Uma de suas principais lutas foi pelo direito de voto. Inspiradas pelo movimento sufragista ocorrido na Nova Zelândia, primeiro país a conceder esse direito, Millicent Garrett Fawcett e Lydia Becker fundaram na Inglaterra a União Nacional de Sociedade de Sufrágio Feminino (NUWSS), dando início ao movimento sufragista no país em 1897.

A princípio, o movimento sufragista tinha como característica ser pacífico, no entanto, com a falta de resultados, adotaram uma nova postura e as ativistas recorreram a práticas violentas. A partir desse momento, passaram a receber o apelido pejorativo de suffragettes. O movimento na Inglaterra sofreu forte repressão e muitas líderes foram presas, iniciando uma greve de fome nas prisões e sendo alimentadas à força.

Com a situação chamando atenção da opinião pública, a questão ganhou mais força. No entanto, o sufrágio só passou a ser reconhecido após as mulheres assumirem papeis importantes na economia britânica no período da Primeira Guerra Mundial. Em 14 de dezembro de 1918, foi aprovada uma lei eleitoral que permitia às mulheres britânicas com mais de 30 anos de idade a votarem. Dez anos depois, a lei foi revista e todas as mulheres maiores de idade passaram a ter esse direito.

Fontes:
Mundo Educação-Sufrágio Feminino
Universitário-Sufrágio feminino
Educacional-Mulheres vão às ruas

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1 Opinião

  1. Markut disse:

    Hoje, o efeito Orloff, para o bem, ou para o mal, tem a velocidade da luz.

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