Nossa coluna semanal de críticas (construtivas) à imprensa
Confira a opinião pública da semana
Artigo da série sobre o curso A arte do Design - Art Nouveau e Bauhaus, da Casa do Saber Rio
Leia a crônica publicada no jornal Correio Mercantil, em 19 de novembro de 1854
Depois da primeira onda pandêmica, no inverno do ano passado, o Brasil iniciou nesta semana a campanha de vacinação contra a gripe A
Participe do sorteio e concorra a ingressos para a ópera no cinema
Confira a crítica de Francisco Taunay sobre o espetáculo
Carlos Eduardo Novaes com humor mordaz e crítico firmou-se como excelente cronista, dramaturgo, romancista e autor de literatura infanto-juvenil
PT e PSDB se enfrentam em um embate de propostas não definidas
Dilma virou, além de pré-candidata à Presidência e papagaio fêmea de inaugurações, PhD em raciocínio lógico
A corrida é cada vez mais popular e surge como opção para fazer amizades, praticar exercícios e aumentar a qualidade de vida
A predominância de grupos estrangeiros reflete que o Brasil recebeu cerca de US$ 3,1 bilhões de investimentos na indústria do etanol
Confira o calendário divulgado pelo Ministério da Saúde
A democracia brasileira não é, ainda, muito digna do nome, quando o eleitorado olha o panorama à sua volta
Uma em cada quatro residências européias abdicou da linha telefônica fixa e adotou o uso apenas de telefones celulares. Uma conseqüência desta tendência é a redução no uso dos telefones públicos.
Uma pesquisa feita no final de 2007 revelou que 24% das residências européias usam apenas celulares. No final de 2006 esta porcentagem era de 22%, e no final de 2005, 18%. Este número supera a porcentagem de residências que têm apenas uma linha fixa — em média 14%.
O porta-voz da Comissão Européia para assuntos de telecomunicações explicou que muitos países europeus têm serviços muito vantajosos de telefonia móvel. O telefone fixo continua a ser a única forma de comunicação para 21% das residências búlgaras, 20% das alemães e 18% das francesas. Já 64% das residências tchecas e 61% das finlandesas renunciaram à linha fixa.
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