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Cientistas defendem que Napoleão não foi envenenado

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Pesquisadores do Instituto Nacional de Física Nuclear nas universidades de Milan-Bicocca e Pavia fizeram um estudo que contraria a teoria de que o ditador, que morreu em 1821 na remota ilha de Sta. Helena, no sul do Atlântico, teria sido vítima de arsênico, por acidente ou assassinato.

Cientistas haviam encontrado arsênico no cabelo de Napoleão, o que diminuía a idéia de que sua morte havia sido por câncer no estômago. O arsênico é altamente tóxico, e seus sintomas de envenenamento incluem fortes dores estomacais.

No novo estudo foi feita uma análise detalhada de cabelos retirados da cabeça de Napoleão em quatro momentos de sua vida, de seu filho, Napoleão II, e sua esposa, Imperadora Josephine. Os pesquisadores descobriram que os níveis de arsênico de todas as amostras não sofreram grandes diferenças.

Com os resultados, os cientistas acreditam que houve uma exposição crônica ao componente, que pode ser simplesmente atribuída a fatores ambientais.

Fontes:
Veja - 'Napoleão não foi envenenado'

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