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Coleção Wallace: uma antiga jóia no centro de Londres

Museu fundado a partir de uma coleção particular passa por reformas

Coleção Wallace: uma antiga jóia no centro de Londres
Embora seja moderna, a galeria remete esplendidamente ao século 19 (Reprodução/Internet)

Há no centro de Londres uma galeria centenária com uma origem fora do comum. A Coleção Wallace homenageia Richard Wallace, filho ilegítimo do Quarto Marquês de Hertford, que cresceu em Paris e só descobriu que o nobre era seu pai em 1870, após a morte do marquês.

Wallace não tinha direito ao título ou à residência da família, mas ele herdou uma valiosa coleção de pinturas, esculturas, móveis e objetos de decoração. Em 1872 ele e sua esposa francesa se mudaram com seus tesouros para uma mansão em Manchester Square, Londres, e lá construíram uma grande galeria para as obras maiores.Quando ela morreu, em 1897, sete anos após seu marido, ela legou a maior parte da coleção para o Reino Unido, com a ressalva de que as obras “fossem mantidas juntas, sem misturar com outros objetos de arte.”

E assim, os objetos e pinturas da Coleção Wallace foram mantidos naquela mansão antiquada. Agora sua grande galeria foi remodelada graças a uma doação de US$ 8,2 milhões, um presente de uma instituição de caridade fundada por Simon Sainsbury, ex-presidente do museu, que morreu em 2006.

Embora seja moderna, a galeria remete esplendidamente ao século 19, com um teto de vidro abobadado que deixa entrar a luz do dia. As paredes são cobertas com seda vermelha e decoradas com painéis de lambris. Foram penduradas sobre as paredes 64 grandes obras de arte, entre as quais “Perseus e Andromeda” de Tiziano, “O cavaleiro risonho” de Frans Hals e “O arco-íris”, de Peter Paul Rubens.

 

Fontes:
The Economist-Stuffed full

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