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Como funciona o Google

O gigante das buscas revela algumas de suas estratégias de negócios

Como funciona o Google
Dois de seus fundadores revelam as estratégias adotadas pela empresa que deram certo (Reprodução/Internet)

O Google tornou-se hoje indispensável para as interações online. O gigante das buscas na internet atingiu um valor de mercado de US$ 400 bilhões em apenas 16 anos, um sucesso de tirar o fôlego. Isso se deve, em parte, à forma radicalmente diferente de estruturação da empresa.

No recém-lançado livro “Como o Google funciona”, dois de seus fundadores revelam as estratégias adotadas pela empresa que deram certo. Eric Schmidt e Jonathan Rosenberg descrevem seus métodos mais eficazes para que outros empresários aprendam com eles.

De acordo com os autores, a estratégia mais importante é “pensar grande”. Os executivos pedem que seus funcionários não busquem apenas uma melhoria de 10%, mas de 10X” (ou seja, dez vezes melhor), o que os obriga a pensar de uma forma totalmente nova, ao invés de se contentarem em otimizar o que já existe. A maioria das tentativas fracassa, mas isso é tolerado.

A segunda visão do método Google é “falhar rápido”. Funcionários devem aprender com seus erros e seguir em frente, talvez transformando algum aspecto de suas falhas em um novo sucesso. Nesse sentido, a “aprendizagem” é considerada mais valiosa que o “saber”.

O terceiro elemento é a primazia de dados sobre experiência, intuição e hierarquias na tomada de decisões. Outros livros têm explorado esse fetiche do Google com dados, que são usados na contratação de novos funcionários e até na escolha do tom de azul usado em sua barra de ferramentas.

Mas a chave do método Google está na sua capacitação de funcionários. A empresa desenvolveu sistemas para permitir que boas ideias vindas de qualquer departamento recebam uma audiência. Muitos dos maiores produtos e recursos do Google (como o Gmail) surgiram  a partir disso e também de uma política que permite que funcionários trabalhem em projetos pessoais durante até 20% do expediente.

 

Fontes:
The Economist-Don’t be modest

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