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Conflito

Continua a repressão aos monges de Mianmar

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Desde o dia 6 de outubro o governo de Mianmar anunciou a detenção de 533 monges, dos quais 398 foram liberados. No entanto, monges e dissidentes afirmam que o número de presos é muito maior.

Segundo um deputado de Mianmar, o maior mosteiro da cidade de Yangon, o Ngwe Kyayan, foi saqueado por soldados que levaram comida e caixas de doações, bateram no abade e destruíram imagens de Buda. O deputado, que se manteve anônimo por temer represálias, disse ainda que o governo de Mianmar é pior do que os nazistas de Hitler e que os governantes não têm respeito pela religião.

No mosteiro Mahagandhayon, em Mandala, os soldados tinham retrocedido em meados de outubro depois de isolar o templo por semanas. No entanto, seus caminhões continuaram presentes nas redondezas, para evitar qualquer manifestação dos monges. A cidade tem uma das maiores concentrações de monges no país.

Fontes:
NY Times - Uneasy Days for Monks in Myanmar

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