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Dinastia sobrevive na política e nos negócios

A importância das famílias nos negócios e na política atuais deixariam surpresos os fundadores da teoria política e econômica moderna

Dinastia sobrevive na política e nos negócios
Empresas familiares, por sua vez, tem uma gestão mais flexível e perspicaz que as demais (Reprodução/Internet)

As próximas eleições americanas prometem ser um assunto de família. Hillary Clinton e Jeb Bush, cujas famílias participaram de sete das últimas nove eleições, disputarão a Casa Branca. Essa tradição familiar na política está longe se ser exclusiva dos Estados Unidos.

No mundo inteiro, política e negócios estão ligados à tradição familiar. Líderes do Japão e da Coreia do Sul geralmente são parentes de políticos anteriores. Na Europa não é diferente. A presença de famílias poderosas no poder faz a política europeia parecer um negócio fechado.

No mundo inteiro, mais de 90% dos negócios são feitos em família. Exemplo disso é a gigante montadora Volkswagen, cujo comando é alvo de batalha entre duas famílias. Com a dinastia de famílias poderosas longe do fim, a questão é saber se essa é uma tendência benéfica.

A importância das famílias nos negócios e na política atuais deixariam surpresos os fundadores da teoria política e econômica moderna. Esperava-se que a dinastia política terminasse à medida que pessoas comuns, fora do âmbito familiar dominante, fossem eleitas.

Contudo, isso nunca aconteceu. Em parte porque as vantagens da dinastia provarem ser incrivelmente duradouras. A dinastia política de uma poderosa mistura de nomes proeminentes e conexões pessoais importantes. As empresas familiares, por sua vez, tem uma gestão mais flexível e perspicaz que as demais.

Fontes:
The Economist-Dynasties

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