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Processados por calúnia

Diretores de jornais são proibidos de sair da Venezuela

Jornais da oposição e site acusaram líder do Parlamento de coordenar um esquema de tráfico de drogas

Diretores de jornais são proibidos de sair da Venezuela
Edição do ‘El Nacional’ (Fonte: Reprodução/Reuters)

Pelo menos 22 diretores de jornais da Venezuela foram proibidos de deixar o país após seus veículos reproduzirem uma reportagem do jornal espanhol ABC acusando o líder do Parlamento venezuelano, Diosdado Cabello, de coordenar um esquema de tráfico de drogas.

De acordo com a imprensa local, os membros da mídia venezuelana estão sendo processados por Cabello por calúnia. A ação visa os jornais de oposição El Nacional e Tal Cual, e o site La Patilla.

A reportagem do jornal espanhol afirma que Diosdado Cabello controlava um cartel de drogas operado por militares.

Há anos líderes da oposição e representantes norte-americanos acusam os governos do presidente Nicolás Maduro e de Hugo Chávez, seu antecessor, de lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.

O governo venezuelano diz, no entanto, que as acusações são parte de uma campanha liderada pelos EUA para acabar com o socialismo no país exportador de petróleo.

Em seu programa de TV na última quarta-feira, 13, Diosdado Cabello afirmou que pediu, “como uma vítima… para que eles [diretores dos jornais] sejam proibidos de deixar o país”, após ter sido acusado de “ser um traficante de drogas sem nenhuma prova”.

Fontes:
G1 - Venezuela proíbe pelo menos 22 chefes de jornais de deixar o país

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