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Escassez de remédios impede tratamentos na Venezuela

Dados da Federação Farmacêutica Venezuelana revelam que o desabastecimento atinge sete de cada dez medicamentos vendidos no país

Escassez de remédios impede tratamentos na Venezuela
Protesto contra o desabastecimento de remédios em Caracas (Fonte: Reprodução/Reuters)

A escassez de remédios na Venezuela tem afetado a saúde de muitos pacientes com doenças crônicas.

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Dados da Federação Farmacêutica Venezuelana (Fefarven) revelam que o desabastecimento atinge sete de cada dez medicamentos vendidos no país, incluindo desde cremes para queimaduras a remédios para o sistema nervoso.

O presidente da Fefarven, Freddy Ceballos, diz que a falta de anticoncepcionais é um dos casos mais urgentes, e prevê um aumento na taxa de gravidez adolescente no país.

A falta de remédios que impedem o organismo de rejeitar órgãos transplantados levou venezuelanos a recorrerem até mesmo a medicamentos para cachorros e gatos em julho.

A rede pública também enfrenta dificuldades em relação a equipamentos hospitalares, pois faltam peças de reposição.

Médicos dizem que a situação dos pacientes só não é pior graças ao apoio de empresas privadas, fundações e doações individuais.

Em entrevista à agência de notícias Reuters, o presidente do Instituto Venezuelano de Seguros Sociais, Carlos Rotondaro, negou a escassez de remédios no país, afirmando apenas que há “falhas pontuais” no abastecimento.

Fontes:
Folha de S.Paulo - Desabastecimento de remédios impede tratamentos de pacientes na Venezuela

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