A Economist criou um sistema de votação online que reproduz o modelo norte-americano de votação, redesenhando o mapa eleitoral e permitindo que os habitantes de todos os países do mundo mandem o seu recado sobre quem gostariam de ver governando os EUA.
A iniciativa se baseia na compreensão de que o resultado da corrida à Casa Branca é do interesse do resto do mundo, ainda que só os norte-americanos estejam aptos a votar. Ao estender a eleição para todo planeta — a um nível virtual e simbólico –, a revista britânica optou por manter o sistema de voto indireto usado nos EUA.
No Colégio Eleitoral Global da Economist, cada país tem garantido um mínimo de três votos, número que vai aumentando segundo a proporção de habitantes de cada nação, alcançando um total de 9.875. Para votar, basta se registrar no site. A votação será encerrada à meia-noite (horário de Londres) do dia 1° de novembro. No Brasil, Obama está vencendo com cerca de 70% dos votos, contra cerca de 30% de McCain.

Indiscutivelmente o
Obama deverá ser o próxi-
mo Presidente dos Esta-
dos Unidos.
Se o dono da Fox News for parente de McCain eu acho que não…
Renovação. Está na hora dos Democratas assumirem o poder!
Se realmente o povo americano que se diz tão "superior" aos outros povos quiserem provar nas urnas a sua real superioridade e inteligencia OBAMA será o próximo residente da Casa Blanca.
Carismático como é, Obama eleger-se-ia em qualquer país do mundo. Aqui ele seria páreo até para Lula. Nos EUA só deverá eleger-se devido ao caos financeiro e outras tropelias de Bush. Se os republicanos tivessem feito um bom governo, acho que as chances de Obama seriam pequenas.
OS EUA ESTÃO PAGANDO CARO PELA PREPOTENCIA.ELES SEMPRE
HUMILHARAM OS NEGROS, E HOJE UM DELES TEM UMA GRANDE CHANCE DE SE TORNAR UM PRESIDENTE DE UMA NAÇÃO COMO
OS EUA.