Presidente da GOL acaba de comprar a Passaredo Linhas Aéreas. Por Leandro Mazzini
Incríveis avanços tecnológicas não significam a morte de tecnologias anteriores
Nelson Mandela assumiu o cargo em 9 de fevereiro de 1994
Ponto alto da visita é assistir o pôr do sol. Por Fernanda Costta*
Além de ter o primeiro título no cinema, livros de Stieg Larsson viraram minissérie
A Opinião Pública da semana é de Vanderlei Alves P. Junior
Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Sinais não-verbais podem nos ajudar se os identificarmos
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Ahmadinejad sabe que as sanções têm objetivos imediatos, mas também de longo prazo
Programação no Rio sofre uma reviravolta após desabamento de prédios ao lado do Municipal
O presidente Obama decidiu que não serão processados os agentes da Agência Central de Inteligência americana (CIA) que usaram técnicas de interrogatório consideradas severas com suspeitos de terrorismo. Grupos de defesa dos direitos humanos criticaram duramente a decisão do presidente.
Na primeira semana de seu governo, Obama proibiu o uso destas técnicas, adotadas no governo Bush, e ordenou que os militares se limitassem às regras do Manual de Campo do Exército americano.
Nesta quinta-feira, 16, o Departamento de Justiça divulgou quatro memorandos com detalhes das técnicas aprovadas para uso da CIA durante o governo de George W. Bush e com a justificativa legal para os métodos, que são internacionalmente criticados e considerados tortura.
Na descrição de um dos memorandos, os agentes tinham legalidade para usar em seus interrogatórios tapas na cara, confinamento em locais apertados, simulação de afogamento e posições desconfortáveis. Obama afirmou que os agentes não responderão por cumprirem suas tarefas com base legal do Departamento de Justiça.