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Igreja Católica

Bispo americano proíbe deputado de comungar

23/11/2009 | Enviar | Imprimir | Comentários: 24 | A A A

Durante uma entrevista, o deputado Patrick Kennedy afirmou ter sido impedido de comungar pelo bispo católico Thomas Tobin.

A proibição aconteceu devido ao apoio dado pelo congressista ao aborto. A decisão, que foi divulgada no site do jornal diário The Providence, agrava a disputa entre o bispo ortodoxo Tobin e Kennedy, o membro da família católica mais famosa do país. O deputado afirmou que o bispo pediu para que a diocese não permitisse que ele comungasse e que o deputado não praticava de forma correta o catolicismo.

As leis da igreja permitem que Tobin proíba Kennedy de comungar dentro da Diocese de Providence, que abrange Rhode Island, mas não pode impedir que o deputado receba a comunhão em outro lugar. Não ficou claro se os bispos fiscalizam Washington e Massachusets, onde a família Kennedy tem suas casas de praia.

Em nossa opinião…

A atitude do bispo é uma demonstração de intolerância que, infelizmente, é típica de setores conservadores da Igreja Católica.

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24 opiniões para o artigo: Bispo americano proíbe deputado de comungar

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Opinião de Maria Baista M. Souza (Macaé, Rio de Janeiro)
Na data: 30 de março de 2010 as 3:54

Não acho que seja intolerância, se realmente uma pessoa é favorável a um crime tão absurdo e covarde como é o aborto, essa pessoa mesmo deve ter o bom senso de não se aproximar da Eucaristia.
Será que quem conciêntemente concorda com tal monstruosidade ama e obdece a Deus?

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Opinião de Luiz Católico
Na data: 29 de novembro de 2009 as 5:41

Antes de tudo, COERÊNCIA. Como concordar com o assassinato de inocentes e se achar em condições de comungar? Quer ficar de bem com os que são a favor e contra o aborto? Assim não dá!

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Opinião de Christiane Teixeira
Na data: 24 de novembro de 2009 as 14:32

Intolerantes! O bispo ou nós?
Atuação do bispo espelha coerentemente a prática do Catolicismo uma vez que a Igreja defende todas as formas de vida. Todos os que comungam verdadeiramente dessa fé entendem o que significa. O sr deputado não foi proibido de participar das solenidades da Santa Igreja e sim de comungar e todo católico autêntico sabe que existe um ritual de preparação para tal ato, único e de suma importância. A Comunhão é uma declaração de Amor de Deus aos homens. É fundamental que tenhamos bispos, sacerdotes com atitudes coerentes com a prática do Amor incondicional. O sr deputado em questão continua sendo católico como ele mesmo professa, mas se apóia o assassinato de indefesos isso não significa que a Igreja tenha que o alimentar como faz com todos os seus fiéis. Não concordo com o OP que dessa vez tomou partido sem conhecer os fundamentos de fé Católica uma das religiões que vive sendo atacada por todos ao se manter fiel à defesa da vida. Na minha opinião é muito fácil chamá-la de intolerante difícil é ser Madre Tereza, Francisco de Assis, Agostinho (sugiro a leitura das Confissões desse homem) João Paulo II, todos esses ícones do Catolicismo nos deixaram exemplos de amor e não de intolerância. Há algo que deve ser ressaltado: as pessoas escolhem que religião seguir, não estamos obrigados a pertencer a esta ou aquela. Importa antes de tudo que possamos educar o nosso olhar a fim de evitar os pré-conceitos e assim entender o que se dá com os que pensam diferente, porque senão nós estaríamos fomentando a intolerância.

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Opinião de Fabiana Smith
Na data: 24 de novembro de 2009 as 13:07

Sou a favor da decisão do Bispo.
Quando assumimos uma religião e participamos de uma Igreja devemos defender seus valores.
O valor da vida é seriamente defendido pela Igreja Católica, se alguém tem opnião contraria então não acredita em toda a doutrina da Igreja.

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Opinião de Marina S Santos
Na data: 24 de novembro de 2009 as 11:10

ATÉ QUE ENFIM UM BISPO COERENTE!!!

Que sirva de exemplo para todos os prelados do mundo.

é uma pena a imensa incoerência verificada entre católicos leigos e alguns representantes da hierarquia. É um absurdo, mas cerca de 54% dos católicos americanos votaram em Obama para presidente, um homem DECLARADAMENTE abortista, cuja uma das primeiras providências como presidente eleito foi aumentar as verbas destinadas para a IPPF e implementar a política pró-aborto nos Estados Unidos. Sabiam que, se uma criança, após passar pelo processo de aborto, ainda conseguir nascer viva, o médico está autorizado a: estrangulá-la, asfixiá-la ou deixá-la morrer na lata do lixo hospitalar, uma vez que foi apenas UM ACIDENTE ela ter nascido viva, pois era para ter sido morta durante o processo do aborto?

Parabéns ao bispo que demonstrou CORAGEM!!!!

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Opinião de Thelma Bianco
Na data: 24 de novembro de 2009 as 10:28

Parabéns ao Bispo. Estamos cansados de falsos politicos, se alguem se declara católico tem que ser coêrente com os ensinamentos de Jesus.

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Opinião de maria olidania
Na data: 24 de novembro de 2009 as 10:08

Senhores:Quem se diz católico, sabe que é fundamental seguir as normas da Igreja.Sabemos que a Igreja é quem decide qualquer polêmica.Esta autoridade ela a tem por Jesus Cristo. Quem não aceita esta verdade, não pode se dizer católico. Correta a decisão do Bispo.

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Opinião de Maria Aparecida da Silva
Na data: 24 de novembro de 2009 as 8:56

A comunhão significa assumir o projeto de Jesus: “Fazei isto em memória de mim”, isto é, assumir o projeto de Jesus com todas as suas consequências. E Jesus deixou bem claro o porquê veio à nós: “Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância. Logo que está do lado da morte, seja ela por aborto ou provocada por injustiças, não devia comungar mesmo. Mas que isso ficasse por conta da consciência de cada um. Penso eu (não é dogma) que comungar e ficar do lado da morte é como tomar medicamento com data de validade vencida.

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Opinião de Katia Matias
Na data: 24 de novembro de 2009 as 8:54

As pessoas não são obrigadas a serem Católicas, no entanto quem se diz ser deve seguir a doutrina ensinada pela nossa Igreja, que foi transmitida por Jesus Cristo. O aborto é pecado mortal pois fere o mandamento de Não Matar. O bispo está corretíssimo, pois esse deputado não pode receber o Corpo de Cristo concordando com o assassinato de crianças. Que bom que temos pastores bons em nossa Igreja e que zelam pelos ensinamentos de Jesus.

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Opinião de Ana Manente
Na data: 23 de novembro de 2009 as 21:58

Todo catolico que verdadeiramente conhece sua religiao sabe que ela eh extremamente exigente. Que bom que existem no mundo pessoas como este bispo, que nao se intimidam em defender sua fe. Acho sua decisao muito acertada.

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Opinião de Lyège Carvalho
Na data: 23 de novembro de 2009 as 21:03

Caro Jornalista: A Igreja Católica, felizmente, não segue moda. O Nazismo tambèm precisou da propaganda na imprensa e de muito dinheiro para tentar convencer o mundo que os judeus nâo eram pessoas. O mesmo se pode dizer do abortismo que tem financiamento de bilhões de dólares, apoio esmagador a imprensa e de inocentes úteis que acham que expressam a opinião própria – e que isso é matéria opinativa´- de que matar um bebê no ventre materno é que é postura tolerante. O aborto é a maior de todas as intolerâncias.

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Opinião de luiz antonio vieira barbi
Na data: 23 de novembro de 2009 as 18:22

E DURO, MAS EXISTEM REGRAS NESTE MUNDO!! A RELIGIAO CATOLICA TEM SEUS DOGMAS…ELA DEVE ESTAR MUITO CERTA, SENAO NAO TERIA SOBREVIVIDO A 2000 ANOS DE VIDA…

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Opinião de Karina D'Carla
Na data: 23 de novembro de 2009 as 16:12

Eu não sou católica, porém concordo com a decisão do Bispo. São as regras: se não são cumpridas, há uma punição. É necessário que AS LEIS sejam revistas e não a atitude do Bispo. Aqui em Pernambuco ocorreu um fato onde uma criança de 9 anos foi abusada sexualmente por seu pai e um aborto foi realizado. Foram excomunados a mãe e o médico que realizou o aborto. O problema foi o Arcebispo? Não. O código canônico precisa ser revisto. Ai sim, a atitude da autoridade religiosa pode ser questionada.

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Opinião de Dalmo Amorim
Na data: 23 de novembro de 2009 as 15:48

A intolerância é uma característica essencial à sobrevivência das religiões.
Todas são dogmáticas, se auto-proclamam como a “única correta e a legítima voz” do deus que representam, e por conseqüência não podem abrir a porta á discussão sob o risco de terem seus dogmas questionados.
O questionamento dos seus dogmas conduzirá ao questionamento dos interesses de seus dirigentes, o que conduziria faltamente à ruína do sistema econômico associado.

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Opinião de maria tereza
Na data: 23 de novembro de 2009 as 15:18

Eu estou de pleno acordo com o Bispo. Religião, pelo menos a Católica, PARA AQUELES QUE A PROFESSAM COM SERIEDADE, não é um fazer de contas. Ora, se vc é contra a vida, se vc é a favor de assassinato, como é que vc pode professar os ensinamentos de Jesus Cristo? Os valores não mudaram: matar a mãe continua sendo pecado grave e penal; matar uma criança de 01 dia de nascida é pecado grave e penal E TODOS COM CERTEZA ACHARÃO UM ABSURDO, E O É; Por que matar um INOCENTE NO VENTRE não o é? ISSO É UMA INCOERÊNICA SEM TAMANHO POR PARTE DAQUELES QUE SE DIZEM CATÓLICOS OU DE OUTRAS DENOMINAÇÕES E CONCORDAM COM ISSO. MTEREZA

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Opinião de EDSON SAMPAIO
Na data: 23 de novembro de 2009 as 14:08

Sou católico porque assim fui batizado. Hoje as coisas mudaram. O “bispo” “Pedir Mais Cedo” abre uma igreja em cada quarteirão, todos os dias. Por que? Porque a igreja católica não mais existe para os verdadeiros fiéis. Quebraram-se as regras da boa conduta da igreja católica; por isso as igrejas protestantes está se proliferando ao nosso redor. Estou a favor dos Kennedys e contra o bispo americano e certamente contra a igreja católica.

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Opinião de Stuart Linhares
Na data: 23 de novembro de 2009 as 13:59

Em primeiro lugar, como Opinião e Noticia pode discordar do Bispo sendo que não ficou claro o motivo pelo qual ele proibiu a comunhão do Kennedy? Para um Bispo proibir que um fiel comungue é porque o delito que o político norte americano cometeu foi muito grave. Por exemplo, um católico que defende ou fez um aborto comete pecado grave e mortal e não pode comungar, somente pessoas conciliadas com Deus, ou seja, sem pecado podem comungar, a lógica é simples. Se você não estiver puro vai contaminar o corpo de Cristo (que é puro) com seus pecados. Mas prefiro em primeiro lugar saber o motivo exato do porque o Bispo deu esta ordem. Método São Tomas de Aquino: VER, JULGAR e somente depois AGIR.

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Opinião de Demerson Santos
Na data: 23 de novembro de 2009 as 13:22

Precisamos com urgência de outros movimentos protestantes na Igreja, essa que ai está, em sua maioria não vai mais de encontro com os anseios do povo, na América Latina a escolha pelos pobres, feita pelo Conselho Episcopal, se pretende realmente modificar a atual realidade, deve trilhar novos caminhos, elevar-se à novos paradigmas e transpor a sua inflexibilidade, na questão do aborto, uso da camisinha, homossexualismo e outros temas polêmicos que perduram.

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Opinião de Margarida
Na data: 23 de novembro de 2009 as 12:48

Na minha opinião, o Bispo foi coerente ao seu dogma, incoerente seria ele se simplesmente concedesse a comunhão, que é o ápice da crença católica, para alguém que, como já foi dito por Claudiberto, quer “servir a dois senhores”. Temos que ser coerentes com nossas escolhas e respeitar as dos outros. Se realmente ele for católico ele não deveria nem ter entrado na fila da comunhão a partir do momento que ele resolveu apoiar o aborto. Tem tantas outras religiões que permitem o aborto, que ele faça então uma escolha coerente.

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Opinião de Val
Na data: 23 de novembro de 2009 as 12:44

Simplesmente o Bispo agiu de forma coerente, aos Dógmas da Igreja Católica.
Na Eucaristia comungamos JESUS CAMINHO, VERDADE E VIDA.
Como é que a Igreja iria aceitar a comunhão de uma pessoa que declara livremente apoio ao aborto, se esta prega a VIDA. Isso dá-se o nome de HIPOCRISIA. E Jesus em sua missão aqui na terra, foi o um dos contra-valores que mais combateu.
Que TRISTEZA! a pessoa é a favor da morte e ainda vai dizer AMÉM NA IGREJA. QUE ABSUDO!!!
Sou a favor da atitude coerente do Bispo e contra a Hipocrisia

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Opinião de Paulo-PI
Na data: 23 de novembro de 2009 as 12:04

A pior coisa que existe é a ignorância. Quando alguem quer ferir as leis logo apelam para o jargão da intolerância. Ora se um dos baluartes e sustentáculos do catolicismo é a preservação da vida onde está a intolerância do padre que apenas cumpre seu papel de guardião e divulgador da religião ? Se alguém acha que o assassinato de pessosas que nem ao menos podem se defender é legal, é simples mudem de religião. As leis do catolicismo são anteriores ao discurso fácil e enganador da novilíingua imperante no planeta e no Brasil em particular.

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Opinião de Claudiberto Fagundes
Na data: 23 de novembro de 2009 as 11:30

Se tolerância é sinônimo de “vale-tudo” a política brasileira é mais tolerante do mundo, portanto, um exemplo nessa área. “Servir a dois senhores” é mesmo o melhor quando se é deputado. Troianos e gregos que o digam. ninguém é obrigado a posar de “político católico”, se o quer fazer, seja de fato.

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Opinião de Francisco José Bezerra Sá
Na data: 23 de novembro de 2009 as 10:54

Minha opinião,
é que tanto o Bispo está correto em sua atitude,pois se a Igreja dele – Condena o aborto,sua atitude é coerente com seu credo e sua consciência.
Mas – O deputado Joseph Kennedy ao se colocar a favor do aborto,considerou que sua consciência social e política está acima de sua crença ou religião,no caso -A Católica.
Assim,ao ficar ao lado de seus eleitores e de sua comunidade,que deve ser a favor do aborto -para que ele aja assim,optou por correr o risco de- ficar fora fora da Igreja.Um Direito seu,(Livre arbítrio)mas devido sua opção -Deve aceitar a sanção religiosa.
Francisco JB Sá
Aluno Especial da UFBA em Antropologia.

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Opinião de Evandro Correia
Na data: 23 de novembro de 2009 as 9:38

Esses padres são uns radicais. Não se esqueçam daquele bispo no Nordeste que excomungou o médico que fez aborto na menina menor de idade estuprada pelo pai.