Depois da gripe aviária que surgiu na Ásia, os norte-americanos intensificaram os esforços contra a pandemia.
O objetivo era substituir o antigo sistema de vacina, que depende de milhões de ovos de galinha. Seis anos depois, o processo de desenvolvimento de melhores formas de combate tornou-se lento. O atraso e a falta de vacinas contra o vírus da gripe A chamaram a atenção para os esforços do governo para desenvolver técnicas modernas de fabricação das vacinas, incluindo as que protegem contra o terrorismo biológico.
Com a ajuda do fundo federal de US$ 487 milhões, a nova fábrica de vacinas que está sendo inaugurada na Carolina do Norte vai utilizar células de cachorro em vez de ovos de galinha. Uma empresa em Connecticut está usando o vírus geneticamente modificado infectado por células de insetos. Dezenas de outras formas estão sendo testadas.
A solução imediata para resolver a falta de vacinas seria adicionar a elas compostos capazes de fortalecer o sistema imunológico. Desta forma seria possível disponibilizar mais doses. Isso já está sendo feito na Europa, na Ásia, no Oriente Médio, no Canadá e no México. Os Estados Unidos decidiram não misturar nenhum tipo de composto à vacina porque a Food and Drug Administration ainda não analisou a proposta. Além disso, o país está preocupado em causar preocupação e nervosismo na população com relação à vacina.

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