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A decisão do presidente Barack Obama de cancelar o programa que levaria os Estados Unidos de volta à Lua faz parte de um projeto de reestruturação na forma como a NASA trabalha. A agência espacial mantinha uma estratégia de pensar em um destino e depois criar a tecnologia para chegar lá, mas Obama deseja que a instituição passe a desenvolver tecnologias genéricas para viagens espaciais.
Michael Griffin, que comandava a agência durante o fim do governo Bush, afirma que a nova estratégia é “burra”. Para ele, não é prático desenvolver uma tecnologia antes de saber qual será o seu uso.
O atual responsável pela administração da NASA, afirma que o fim do programa de retorno à Lua pode ser considerado como “uma morte na família”. No entanto, ele acredita que este não é o fim de voos espaciais com humanos.