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Barack Obama
Um ano depois

Os sete erros de Obama

Por Fábio Terra Teixeira.

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O presidente Barack Obama completou neste dia 20 janeiro um ano de mandato. As expectativas há um ano eram enormes. Obama começou 2009 com 78% de aprovação e viu seu índice cair para 47% em menos de um ano. Foi uma das maiores quedas já registradas por presidentes norte-americanos em seu primeiro ano. O Opinião e Notícia selecionou sete erros do presidente que podem ter contribuído para esta queda e que devem trazer problemas para Obama nos próximos anos.

1. Guantánamo. A decisão de fechar a prisão na ilha foi comemorada internacionalmente, mas o presidente cometeu um grave erro ao declarar que ao fim de 2009 ela estaria completamente desativada. A transferência de prisioneiros se mostrou um trabalho mais complexo que se imaginava e muitos países não desejavam ter de volta seus cidadãos.

Ao final do ano, não só a prisão na ilha não fechou como o sistema de libertação/transferência dos prisioneiros provavelmente terá que ser revisto. Muitos deles estavam sendo enviados para países instáveis. O Iêmen, por exemplo, recebeu sete prisioneiros de Guantánamo. O Iêmen foi o país no qual foi treinado o terrorista Umar Farouk Abdulmutallab, responsável pela tentativa de explodir um avião vindo de Amsterdam em direção a Detroit, nos Estados Unidos, no Natal.

2. Guerra contra Fox News. Na mesma entrevista em que matou uma mosca com reflexos rápidos, Obama investiu contra um rival bem mais poderoso: a Fox News. “Existe um canal de televisão inteiramente dedicado a atacar o meu governo. Seria bem difícil encontrar uma única notícia positiva sobre mim no noticiário deles”, afirmou. Os assessores pioraram a polêmica criada pelo presidente. A diretora de comunicações da Casa Branca, Anita Dunn, chegou a afirmar que a Fox News opera como uma extensão do Partido Republicano, opositor do partido governista, e que o canal seria tratado como um adversário pelo governo. Membros da administração do presidente pararam de comparecer aos programas da Fox News e a empresa passou a ter seus jornalistas barrados nas coletivas de imprensa.

Obama foi comparado a dois presidentes norte-americanos, John Adams — o segundo a ocupar o cargo — que em uma jogada autoritária emitiu um ato suprimindo críticas ao governo, o Ato de Sedição. O outro foi Richard Nixon, que era conhecido por manter uma “lista de inimigos”, com o nome de comentaristas e jornalistas que não eram simpáticos a seu governo. Especialistas afirmaram que o presidente teria atentado contra a primeira emenda da constituição norte-americana, de liberdade de expressão. Quem agradece é Rupert Murdoch, dono da Fox News, que viu a audiência no canal bater recordes.

3. Envio de tropas para o Afeganistão. Ainda é cedo para saber se o envio de mais tropas para o Afeganistão foi a decisão correta, mas a forma como ela foi feita certamente foi um erro. O general norte-americano Stanley McCrystal, que comanda as tropas da OTAN no país, pediu que o presidente enviasse mais 40 mil soldados, ou encarasse uma “possível derrota”. Em discurso, Obama anunciou o envio de 30 mil soldados, mas cometeu o erro político de fixar um prazo de 18 meses para o início de seu retorno. O que se tentou fazer foi agradar o Partido Democrata e os cidadãos dando um prazo para o fim do conflito enquanto o presidente fazia o que achou ser necessário: enviar mais tropas para o Afeganistão.

O que Obama conseguiu foi colher a impopularidade resultante do envio de mais tropas enquanto era criticado por indecisão e por mandar mensagens contraditórias em seu discurso. Segundo o presidente, as tropas deverão começar a retornar ao fim de 2011. Tudo indica que este, assim como Guantánamo, será um prazo não cumprido. McCrystal não parece acreditar na data. O general não vê ainda início do fim do conflito. Citando Winston Churchill, McCrystal foi mais realista: “este é o fim do início”.

Continua…

4. Eleições no Afeganistão. John Dempsey, chefe do Instituto Norte-Americano de Paz em Kabul, afirmou em janeiro de 2009 que Obama “não vai apoiar cegamente o presidente Hamid Karzai como o governo Bush fez por tanto tempo”. Durante sua campanha, Obama criticou presidente afegão por seu governo corrupto e leniente com o tráfico de drogas crescente no país. A secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, definiu o governo de Karzai como uma “cleptocracia.” Existia forte especulação de que o presidente Obama tentaria forçar a saída de Karzai.

O que aconteceu foi exatamente o inverso. Os partidários do presidente afegão fraudaram as eleições do país. Quando a fraude se tornou irrefutável, a comunidade internacional obrigou Karzai a convocar um segundo turno, mas seu oponente desistiu de participar da corrida presidencial. Obama se viu forçado, junto com a ONU, a reconhecer Karzai como vitorioso, mesmo ele não tendo conseguido metade dos votos válidos. O presidente – que se elegeu com a promessa de mudanças – teve se resignar com um telefonema para Karzai, congratulando-o pela vitória e pedindo para que o presidente afegão “inicie um novo capítulo” na legitimação de seu governo.

5. Obama na Ásia. No dia 13 de novembro o presidente fez sua primeira viagem pela Ásia, começando pelo Japão. As críticas de que ele teria se curvado demais para o imperador japonês são exageradas — foi mera cortesia — mas a forma como Obama se curvou diante da China, este sim foi um erro. Obama aceitou condições nunca antes feitas a um presidente norte-americano em visita ao país.

Obama não se encontrou com o líder tibetano Dalai Lama. O presidente não pressionou o governo chinês sobre a sua política de desvalorização do yuan ou sobre os mísseis apontados para Taiwan, o que era esperado. Chegou a falar sobre a questão de liberdade de informações e direitos humanos, em uma reunião com estudantes de Shangai, que, ironicamente, teve sua transmissão censurada no país. O presidente e o primeiro-ministro chinês, Hu Jintao, estiveram em uma reunião conjunta com repórteres, mas a China não permitiu que a imprensa fizesse perguntas.

Se compararmos com a visita de Bill Clinton, em 1998, a diferença é gritante. Clinton também falou com estudantes, mas falou o que quis com transmissão para todo o mundo. No caso de Obama, os “estudantes” eram ligados ao partido comunista e foram treinados sobre quais perguntas deveriam fazer ao presidente. O ex-presidente conversou à vontade com repórteres, ao contrário de Obama. A análise da revista inglesa The Economist foi que as precauções da China mostram que o governo do país teme os direitos que os Estados Unidos simbolizam, mas que Obama se mostrou fraco ao não defender com mais veemência.

6. Protecionismo. “Vandalismo econômico”. Este foi o título do editorial da revista Economist ao se pronunciar sobre a decisão de Obama de colocar tarifas contra a importação de pneus vindos da China. O governo, sabendo que a decisão iria receber críticas, escolheu a sexta-feira do dia 11 de setembro às 21h para fazer o anúncio. Não funcionou. O Wall Street Journal lembrou que o presidente assinou diversas declarações junto com os membros do G20 afirmando que um dos maiores perigos para a recuperação econômica mundial é o retorno de medidas protecionistas. Na ocasião, o ministro de Comércio chinês, Chen Deming, afirmou que se tratava de uma violação das regras da Organização Mundial do Comércio e de compromissos que o governo norte-americano fez em reuniões do G20.

Como apontado pelo New York Times, o presidente recorreu a uma seção nunca usada do código norte-americano de leis de comércio. Pior, o presidente usou a lei contra o que se tratava de uma competição legítima, e não desleal. As tarifas impostas não foram só atacadas pela imprensa por serem politicamente irresponsáveis, elas também são ineficientes. A principal razão para os pneus chineses serem mais baratos é sua grande oferta de mão-de-obra. Ao aumentar o preço do produto em 35%, os fabricantes de carros simplesmente passarão a importar do Brasil ou Índia, que segundo a Economist fabrica pneus que são mais baratos que os norte-americanos. Obama também perdeu a liderança em conversas sobre livre-comércio, tudo em nome de um sindicato de fabricantes de pneus que não representa a maioria que trabalha no setor, mas que apoiou o presidente na campanha de 2008.

7. Impostos para classe média. Se existe algo que os cidadãos norte-americanos são conhecidos por detestar são impostos. Desde a Festa do Chá de Boston a rejeição a impostos altos faz parte da cultura do país. Em campanha, Obama prometeu que não aumentaria impostos sobre a renda de famílias de classe média (até US$ 250 mil por ano). Embora tenha sido aplaudida na época, a promessa está se tornando uma dor de cabeça para o presidente, que aumentou gastos e endividamento e precisa pagar de alguma forma por isto.

Durante todo o ano de 2009 o presidente teve que reiterar sua promessa de não aumentar impostos, enquanto o déficit público também aumentava. Um aumento de impostos sobre cigarros foi motivo de polêmica, pois teoricamente seria um aumento  afetando a classe média. Normalmente um imposto como este não chamaria a menor atenção. Embora Obama tecnicamente ainda não tenha quebrado sua promessa (o imposto sobre cigarro não discrimina renda), analistas acreditam que é só questão de tempo até que ele o faça. James Pethokoukis, comentarista político e econômico da Reuters, afirmou que a promessa de Obama é tratada como “piada” nos círculos políticos. O jornal New York Times concorda que a situação de endividamento e gastos crescentes não pode conviver com impostos baixos, mas o presidente parece determinado a levar esta impossibilidade econômica o mais longe possível.

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Leia mais:

“Se Obama acreditar na imagem do ‘salvador’, provavelmente teremos outro péssimo presidente americano”

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  1. Dorival Silva disse:

    Muito interessante esta análise. Será que Obama vai ser um novo Kennedy, sobre quem os analistas dizem que seu maior legado foi “pelo menos um grande discurso sobre qualquer assunto”? Sobrou para o sucessor de John F. Kennedy, o texano Lyndon Johnson, conseguir passar no Congresso as reformas do partido democrata.

  2. Philippe disse:

    Parabéns pela matéria! Algo difícil de se ver na imprensa brasileira!

  3. Genivaldo disse:

    ShALOM para todos! Dos USA não se espera nada de bom, vejo uma terrivel guerra se preparando no Oriente Medio. Que D´US nos proteja.

  4. Markut disse:

    Eis o grave e triste dilema.
    Se as boas intenções não forem devidamente confrontadas com as forças dos infindaveis interesses em jogo,teremos sempre o desencontro entre promessas eleiçoeiras e a dura realidade.
    Parece que Obama não tem no seu staff , gente suficientemente lúcida, acostumada a pensar, mais do que agir, para alimentar satisfatoriamente as ações do principal executivo do país.

  5. RICARDO CARDOSO disse:

    na minha opniao o Obama so foi eleito porque e negro foi um erro gravissimo dos americanos
    igual o brasil o lula porque era pobre (hoje rico nao sabemos porque )e tai o brasil sem seguraça sem estradas sem escolas com tantos problemas para resolver e ele fica politicando

  6. Francisco J.B.Sá disse:

    Obama está errando também na Questão do Aquecimento Glbal.De alto interesse da Humanidade,com efeitos concretos negativos já,sobre diversas regiões e países,o papel dos EUA na Conferência de Copenhague foi fraco!
    Sofismou ao propor fiscalização de fundos nos países propostos a serem ajudados.Caíu na jogada da China de “nada fazer”…Parecendo que os EUA não tem responsabilidade sobre a vida e a natureza diante do agravamento da Questão Ambiental.

  7. Fernanda disse:

    Matéria muito boa realmente. Esclarecedora, informativa. Parabéns!

  8. LINDIMARIO DIAS CUNHA disse:

    NOS TEMOS, SETE MARES,TRES OCEANOS,SEIS CONTINENTES. E A TERRA TEM,510 MILHOES DE KLOMENTROS QUADRADOS. POR ISSO O MUNDO E BASTANTE EXTENSO, E PRECISAMOS UNS DOS OUTROS, PRA SALVAR O PLANETA. TODOS NOS DEVEMOS DAR AS MAOS UNS AOS OUTROS, E FAZER DESSE MUNDO UM VERDADEIRO PARAISO.DIMINUINDO AS DESIGUALDADES SOCIAS, CRIANDO EMPREGOS,MELHORANDO A SAUDE, A EDUCAÇAO DE TODOS OS POVOS. CONTRIBUINDO ASSIM ´PRA UM MUNDO IGUALITARIO, E DIGNO PRA TODOS OS SERES HUMANOS. O MOMENTO E DE PAZ, E PARA QUE TUDO TRASCORRA DENTRO DA NORMALIDADE, E PRECISO QUE SE HAJA COM COERENCIA E RESPONSABILIDADE. TODOS NOS SERES HUMANOS TEMOS O DIREITO DE ERRAR, E ACERTAR.PERMANECER NO ERRO E BURRICE.OS INTELIGENTES, FAZEM AGORA O QUE OS INGNORANTES FARAO DEPOIS.

  9. Ariana Mitchell disse:

    Com isso Obama tambem podera perder futuramente a presidencia dos Eua. Com tantos erros e queda de popularidade, quem sabe Hillary Clinton nao consegue o trofeu dessa vez…

  10. luiz antonio vieira barbi disse:

    TADINHO DO OBAMA!!! DEVE ELE VIR URGENTE AO B RASIL APRENDER COM O LULA-DILMA 2010 O SEGREDO DE SE TER PELO MENOS 70% DE POPULARIDADE FAZENDO O QUE QUIZER!!!!

  11. Leandro disse:

    Alguns chegaram achar que o Obama era um tipo de salvado,tipo um messias.Ele pegou um país todo esculhambado pelo seu antecessor.

  12. ANTONIO disse:

    Lembremos na comparação com o Brasil,que o presidente Lula no começo de sua administação teve grandes indices de rejeição pois alguns tinham expectativa milagosa dele.Só o tempo conseguiu deixar Lula com grandes indices de aceitação.O negocio é fazer o que Lula fez ou seja deixar o barco correr e fazer aplicações no socila o resto como a economia por exemplo só o tempo resolve

  13. MARIA NEUSA DOS SANTOS disse:

    Parabens a Opinião e Notícia pela matéria. Acredito que nem tudo está perdido. “Nem tanto ao mar nem tanto à terra” ja dizia o filósofo.Governar um país como os EUA deve ser muito difícil( ele ja apresenta cabelos brancos!!!!!).É seu primeiro ano, é natural que esteja se ajustando ao cargo através dos erros(tomara que seja).Cruzemos os dedos, torçamos por Obama e desejemos que ele consiga realizar metade do que prometeu no seu discurso.

  14. Poder Nuclear disse:

    Existem erros comuns entre os politicos no mundo,ou seja o que eles dizem na campanha e o que eles fazem durante o mandato. Diversos são os interesses envolvidos e cumprir promessas de campanha feitas aos eleitores que lhe depositaram a confiança e suas esperanças não são prioritarios.Fica entre minorias com o poder economico e minorias de interesses conflitantes ao da maioria. É comum no mundo ao se galgar o poder se esquecerem dos principios que são: competencia, moralidade publica e a etica, provocando os descreditos e as desordens sociais.

  15. Maquiavel disse:

    Existem erros comuns entre os politicos no mundo,ou seja o que eles dizem na campanha e o que eles fazem durante o mandato. Diversos são os interesses envolvidos e cumprir promessas de campanha feitas aos eleitores que lhe depositaram a confiança e suas esperanças não são prioritarios.Fica entre minorias com o poder economico e minorias de interesses conflitantes ao da maioria. É comum no mundo ao se galgar o poder se esquecerem dos principios que são: competencia, moralidade publica e a etica, provocando os descreditos e as desordens sociais.

  16. Dani disse:

    O FILME DE LULU TRAZ A HISTORIA DE UMA VIDA SOFRIDA QUE NOS ENCHE DE ORGULHO DE TER UM PRESIDENTE MAIS “BRASILEIRO DE TODA A HISTORIA DO BRASIL

  17. Lincoln John disse:

    Obama fez política parecer fácil com seus discursos esperançosos. Deu pra ver, logo em sua campanha, que ele é um bom líder e cativou grande parte de sua nação. Porém seus erros sugerem um administrador e estrategista não tão bom assim. Logo, podemos dizer que falta bastante aprimoramento para o considerarmos um bom político e o termometro disso será sua popularidade.

  18. Genivaldo disse:

    Shalom para todos! O que aprendemos com os EUA e a sua história contra seu próprio povo e os demais povos?, isto é os EUA!!!!

  19. Luiz Vieira disse:

    Obama assumiu um governo com várias bombas armadas pelos antecessores especialmente por G. W. Busch, na área militar, econômica, segurança etc. e ainda querem que seja mais competente rápido que Superman, cumpra rigorosamente suas promessas embasadas em outro cenário. Nem a meteorologia tem ajudado. Assim não dá! É importante tem em mente que, até agora, tem agido com muita simpatia e com medidas concretas para os países do G20, pelo menos para o Brasil. A China é um caso especial.

  20. Ed disse:

    Obama, em muitas ocasiões, será o bode-expiatório do governo Bush, como aconteceria com qualquer outro sucessor.

  21. Francisco J.B.Sá disse:

    Ao Dorival Silva,que opinou nesta coluna:

    Vivi a época em que Kennedy governou nos EUA -
    Ele conseguíu – o Acordo Nuclear com a União Soviética,dando em troca a não mais Invasão de Cuba como queriam os círculos militares e a mafia(Cassinos de Cuba) à custa de uma provável Guerra Nuclear,já que Fidel era aliado e propaganda,vitrine da Rússia na época.Não teríamos sobrevivido.

    Ao iniciar seu Governo declarou – “Vamos tomar a História onde Lincoln deixou e – Implantou os Direitos Civis nos EUA(Integração) que possibilitou á longo prazo – Um Obama vir a ser Presidente.
    Do dinheiro gasto (100 milhões de dólares) previsto em armamentos -Kennedy investiu na educação dos brancos pobres e nos guetos negros – possibilitando a ascenção dos negros nos EUA e a ssim a realização(real) dos Direitos Civis!
    Investiu na Educação e Programas com a nossa America latina através da SUDENE(No Brasil) – 186 professores brasileiros se doutoraram nos EUA e muitas Bolsas foram facultadas a Brasiliros por exemplo – Eu – Sou Graduado em Engenharia(1969) Graças a uma Bolsa da Sudene -UC 1963 – Trabalho do John Fitzgerard Kennedy.
    Ele cometeu um grave erro – Deu muito força a Imagem e seu carisma atraíu a competição ea violência contra ele -O que explica em parte -Dallas!Outra coisa – abriu o espaço demais para conquistas(mulheres) até na Casa Branca e isto prejudicou o estadista.
    No problema de Berlim -Muro de Berlim – enfraqueceu a Rússia que preparou o advento de Gorbachev e a Queda do Muro.
    O Golpe contra Kennedy partiu de setores militares e políticos que queriam aGuerra contra a Rússia (Suicida) e que temiam que ele se reelegesse.
    Portanto esta retórica contra retórica(Discurso de Kennedy) é arma de quem quer acabar até com o Obama e não compreende as mudanças e a diversidade culturale étnica que o mundo atravessa! Vivi a História posso lhe ajudar a compreender certos aspectos.Um abraço Francisco JB Sá
    Graduação em Antropologia pela UFBA
    Pesquisador e Autor

  22. tereza andrade disse:

    Sou de Recife. Aqui, a torcida para que Obama vencesse foi enorme, incrível, como também observamos no mundo!Num ano de governo, ninguém realiza coisas prodigiosas,o líder está chegando e não é nenhum santo, milagreiro! Parem de apontar erros de alguém tão valoroso como OBAMA!Ele é simplesmente o presidente que ainda vai mostrar aos apontadores de erros o que realmente significa ser negro,vir, ver e vencer,como ainda não se havia observado na história!USA is a very difficult nation to be guided! Não é para qualquer um republicano de antes, não concordam? É para um DEMOCRATA COMO OBAMA AGORA!!!!!!!!!!!