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prédios luxuosos

Estudo analisa quanto valem as embaixadas em Londres

Embaixadas do Japão, Alemanha e Arábia Saudita em Londres podem valer mais de 100 milhões de libras cada, se fossem vendidas como propriedades residenciais

Estudo analisa quanto valem as embaixadas em Londres
EUA venderam sua embaixada no cobiçado Grosvenor Square por 500 milhões de libras (Reprodução/Internet)

Em 2009 os Estados Unidos venderam sua embaixada no cobiçado Grosvenor Square por 500 milhões de libras (800 milhões de dólares) para o fundo soberano do Catar. Sua nova embaixada está sendo construída em um bairro menos luxuoso, Vauxhall, e deverá ser completada em 2017. Os detalhes sobre quem é dono e quem é permitido ocupar as embaixadas são desconhecidos, mas uma nova pesquisa conseguiu gerar uma forma de ‘avaliação hipotética de embaixadas’, que estima quanto dinheiro outras nações poderiam ganhar.

O estudo, feito pela revista Spear’s e o agente imobiliário Lichfields, sugere que as embaixadas do Japão, Alemanha e Arábia Saudita podem valer mais de 100 milhões de libras cada (se fossem vendidos como propriedades residenciais). E o que é mais surpreendente, a embaixada do Nepal e a alta comissão da Zâmbia, ambas em Kensington, valem, respectivamente, 30 e 40 milhões de libras. Muitos membros da comunidade britânica receberam, décadas atrás, prédios em locais cobiçados no centro de Londres: As altas comissões de Uganda, Zimbábue e Tanzânia valem uma fortuna.

Alguns países já estão explorando essa vantagem. O Canadá vendeu seu arrendamento da Macdonald House, onde fica seu consulado em Grosvenor Square, por 306 milhões de libras no ano passado. A embaixada holandesa em Hyde Park Gate está a venda e pode chegar a valer 150 milhões. Os chineses estão considerando vender sua embaixada em Portland Place e procurar um novo local, talvez também em Vauxhall.

A embaixada mais barata parece ser a da Coreia do Norte, em uma casa geminada em Gunnersbury. Mas o valor mais desproporcional à riqueza nacional de um país é, provavelmente, o do consulado de Tuvalu, em uma propriedade estimada em 750 mil libras em Wimbledon. Caso vendido, essa quantia seria suficiente para pagar 11% da dívida nacional desse pequeno país.

Fontes:
The Economist-Envoy envy

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