Novos estudos sugerem que pacientes internados poderiam ser alimentados de forma mais agressiva
IPTU pode e deve ser utilizado como instrumento da Justiça Tributária
Incríveis avanços tecnológicas não significam a morte de tecnologias anteriores
Nelson Mandela assumiu o cargo em 9 de fevereiro de 1994
Ponto alto da visita é assistir o pôr do sol. Por Fernanda Costta*
Além de ter o primeiro título no cinema, livros de Stieg Larsson viraram minissérie
A Opinião Pública da semana é de Vanderlei Alves P. Junior
Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Sinais não-verbais podem nos ajudar se os identificarmos
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
O Secretário- assistente dos Estados Unidos para a América Latina, Arturo Valenzuela, afirmou nesta sexta-feira, 26, que os Estados Unidos veem a posição do Brasil com relação ao Irã como um erro. O governo brasileiro é contrário às novas sanções impostas contra o país islâmico. A pressão exercida pelos norte-americanos acontece às vésperas da visita da secretária de Estado, Hillary Clinton.
Tentando impedir que o Irã use seu programa nuclear para construir a bomba atômica, a ONU e os norte-americanos pedem o apoio do Brasil. Valenzuela elevou o tom das críticas: “se o Brasil usar esse relacionamento para fazer com que o Irã cumpra os compromissos assumidos internacionalmente, terá sido um passo importante. Se não, nós ficaremos desapontados”.