Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
PP deve sacramentar o deputado Arthur Lira (PP-AL) no cargo
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Ahmadinejad sabe que as sanções têm objetivos imediatos, mas também de longo prazo
Programação no Rio sofre uma reviravolta após desabamento de prédios ao lado do Municipal
O cartão-postal de Manama é o World Trade Center, construído com três turbinas eólicas
Panela de pressão da política dos acertos partidários chega a seu ponto alto de fervura
Diretor alemão filma em seu país drama histórico com sotaque britânico
A Opinião Pública da semana é do Jayme Mello. Participe também!
Operação tem justificativa legal, mas é um fracasso do ponto de vista social e humano
Em alguns países, como na República Tcheca, os esforços nesse sentido ainda esbarram na relutância dos governos em diminuir as exigências legais.
Vinte anos após a queda da Cortina de Ferro, especialistas dizem que países da Europa Central e do Leste ainda estão atrasados nas indenizações de bens apreendidos durante o Holocausto.
A Polônia, por exemplo, casa da maior população judaica antes da guerra na Europa, não adotou uma legislação sobre o assunto, temendo que isso poderia desencadear dezenas de milhares de pedidos por indenização.
Alguns países da Europa Ocidental, liderados pela Alemanha, adotaram medidas de largo alcance para indenizar os herdeiros de quem teve propriedades apreendidas pelos nazistas.