Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
PP deve sacramentar o deputado Arthur Lira (PP-AL) no cargo
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Ahmadinejad sabe que as sanções têm objetivos imediatos, mas também de longo prazo
Programação no Rio sofre uma reviravolta após desabamento de prédios ao lado do Municipal
O cartão-postal de Manama é o World Trade Center, construído com três turbinas eólicas
Panela de pressão da política dos acertos partidários chega a seu ponto alto de fervura
Diretor alemão filma em seu país drama histórico com sotaque britânico
A Opinião Pública da semana é do Jayme Mello. Participe também!
Operação tem justificativa legal, mas é um fracasso do ponto de vista social e humano
O assassino de um advogado dos direitos humanos e de uma jovem jornalista que lutavam contra o fascismo foi preso no dia 4 de novembro.
Nikita Tikhonov, de 29 anos, admitiu o crime e estava sendo procurado desde 2006. Ele faz parte de uma grupo ultra-nacionalista que se auto denomina agência de relações públicas, uma gangue e um partido político. Segundo um centro independente que monitora o nacionalismo e a xenofobia, o movimento ultra-nacionalista se tornou institucional em várias cidades. Antes de sua prisão, a extrema direita russa comemorava a sensação de impunidade.
A segurança russa e a polícia até agora eram tolerantes e até protegiam esses grupos. Além disso, a retórica xenófoba de muitos funcionários deu um senso de legitimidade para os ultranacionalistas. A prisão de Tikhonov e de sua companheira parece fazer parte de uma séria operação da polícia contra os neofascistas em Moscou. A polícia destruiu a maioria dos grupos militantes e fez diversas prisões. Os ultra-nacionalistas se voltaram contra o governo e agora são vistos como uma ameaça capaz de desestabilizar o país.