No dia 29 de outubro os chefes dos partidos socialistas europeus descreveram o primeiro ministro britânico Tony Blair como um resquício indesejado da era Bush.
Como líder do partido dos trabalhadores, Tony Blair buscou aliança com George Bush. Seus aliados de centro esquerda europeia deixaram claro que não o apoiariam. O futuro presidente terá que se reunir com os 27 líderes da União Europeia e os representar em encontros.
Um presidente só poderá ser eleito depois que a República Tcheca assinar o Tratado de Lisboa. Os líderes da União Europeia apresentaram por escrito uma garantia a República Tcheca de que o tratado não permitirá que alemães étnicos cujos descendentes foram expulsos da Checoslováquia após a II Guerra Mundial reivindiquem territórios. O presidente da República Tcheca afirmou que não se oporia ao tratado se o tribunal tcheco permitisse uma audiência no dia 3 de novembro.
O destino de Tony Blair foi selado quando ele perdeu o apoio do presidente francês Nicolas Sarkozy. Diplomatas disseram que Sarkozy estava buscando aliança com a chanceler alemã Ângela Merkel.

Essa de chamar o Tony Blair de camaleão político como faz a Economist, é forte! Mas realmente, um cara que se diz socialista e se alia ao Bush…
Falou, falou e não disse nada.
OTIMO TEREM PERCEBIDO A TEMPO QUE O RIDICULO TONY BLAIR NAO DEVE SER O FUTURO PRESIDENTE DA UNIAO EUROPEIA!! HOMEM DESAGRADAVEL, DE MAS LEMBRANCAS, DEVERIA MESMO E SAIR DA POLITICA, OU FICAR CONFINADO NA SOMBRIA TERRA DELE…