Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
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PP deve sacramentar o deputado Arthur Lira (PP-AL) no cargo
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
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O cartão-postal de Manama é o World Trade Center, construído com três turbinas eólicas
Panela de pressão da política dos acertos partidários chega a seu ponto alto de fervura
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A Opinião Pública da semana é do Jayme Mello. Participe também!
Operação tem justificativa legal, mas é um fracasso do ponto de vista social e humano
O governo libanês e a oposição liderada pelo Hezbollah chegaram a um acordo nesta quinta-feira para encerrar a crise que levou o país a enfrentar confrontos violentos durante mais de uma semana.
O acordo foi mediado por uma delegação da Liga Árabe, chefiada pelo ministro de Relações Exteriores do Qatar, Hamad bin Jassim bin Jabr Al-Thani. Segundo ele, os dois lados concordaram em continuar o diálogo na capital do Qatar, Doha, e discutir a eleição do novo presidente do país, novas leis eleitorais para 2009 e a formação de um novo governo de unidade nacional.
A crise política no Líbano se estende por 18 meses.O país está sem presidente desde novembro de 2007, quando Emile Lahoud, que é pró-Síria, deixou o cargo ao fim de seu mandato. Desde então, as duas facções políticas não conseguem eleger seu sucessor.