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Contra impostos

Greve geral promete parar a Argentina

Centrais sindicais querem a redução ou a eliminação de um imposto que é aplicado progressivamente sobre salários superiores a 15 mil pesos

Greve geral promete parar a Argentina
Greve geral deve afetar os transportes coletivos (Fonte: Reprodução/Clarín)

A Central de Trabalhadores da Argentina (CTA) e a Confederação Geral do Trabalho (CGT) convocaram uma greve geral de 24 horas contra o aumento de impostos que promete parar o país nesta terça-feira, 31.

A paralisação, que é liderada pelo setor de transportes, tem como objetivo pedir a redução ou a eliminação de um imposto que é aplicado progressivamente sobre salários superiores a 15 mil pesos (cerca de R$ 5,5 mil) até uma alíquota máxima de 35%.

A greve geral deve afetar os transportes coletivos e também o serviço de caminhões. A expectativa é de que os taxistas parem parcialmente. A aviação comercial e de cargas e a atividade nos portos também serão afetadas. As companhias aéreas TAM, Gol e Lan Chile cancelaram voos procedentes e para a Argentina.

O protesto também deve afetar os serviços de abastecimento de combustíveis, recolhimento de lixo, além dos setores médico, bancário e de alimentação, entre outros.

O governo argentino argumenta que o aumento nos impostos é necessário. O ministro da Economia, Axel Kicillof, afirmou que o imposto “afeta uma minoria que ganha mais”, o que representa cerca de 850 mil trabalhadores de um total de 11 milhões de assalariados, segundo estimativas oficiais.

Os sindicatos anunciaram que, se suas demandas não forem atendidas, será convocada uma nova greve, desta vez por 36 horas.

Fontes:
G1 - Argentina inicia paralisação de 24 horas contra impostos
EBC - Convocação de greve geral na Argentina faz TAM e Gol cancelarem voos

2 Opiniões

  1. Carlos disse:

    E ainda os Hermanos tem que repatriar os milhões de dólares do filho do caolho e da Louca Kichiner,ela deve ser mãe também do caolho brasileiro Cerveró. Nunca mais contrato um caolho ,ladrão,

  2. André Luiz D. Queiroz disse:

    A paralisação, que é liderada pelo setor de transportes, tem como objetivo pedir a redução ou a eliminação de um imposto que é aplicado progressivamente sobre salários superiores a 15 mil pesos (cerca de R$ 5,5 mil) até uma alíquota máxima de 35%.” — 35%?! E eu que já acho 27,5% de IR descontado na fonte uma extorsão institucionalizada…!

    O governo argentino argumenta que o aumento nos impostos é necessário. O ministro da Economia, Axel Kicillof, afirmou que o imposto “afeta uma minoria que ganha mais”, o que representa cerca de 850 mil trabalhadores de um total de 11 milhões de assalariados, segundo estimativas oficiais.” — Governos sempre argumentam que o aumento de impostos é necessário. Só não explicam direito pra quê! Mas, cortar os gastos públicos que é bom, nada! Continuam os mesmos perdulários de sempre, sem falar no dinheiro que vai pra ‘contas secretas no exterior”… E sejam 850 mil assalariados, ou apenas digamos 85 mil, ou qualquer outro quantitativo de pagantes de impostos que terão de arcar com essa carga tributária extra; qual a autoridade moral que governos irresponsáveis têm para jogar no colo de quem quer que seja o ônus de sua incompetência (pra não dizer ladroagem!)?!…

    Só pra deixar bem claro uma coisa: estou comentando acidamente a situação da ARGENTINA, ok? 😉

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