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Paralisação

Greve nacional gera confrontos no Chile

Movimento agrupa milhares de funcionários de empresas privadas e servidores públicos

Greve nacional gera confrontos no Chile
Mais de 20 barricadas foram erguidas na manhã desta quarta-feira (Reprodução/OGlobo)

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O maior grupo sindical do Chile, a Central de Trabalhadores (CUT), organizou uma greve nacional de 48 horas que afetou parcialmente o país nesta quarta-feira, 24. Por conta da paralisação, milhares de estudantes realizaram protestos durante todo o dia, exigindo uma reforma na educação. Segundo informações, houve confrontos com a polícia.

Leia também: Protesto de estudantes reúne 100 mil pessoas no Chile

A greve nacional, que agrupa milhares de afiliados de empresas privadas e funcionários públicos, teve um inicio marcado por bloqueio de ruas em diversos pontos da capital. Sindicalistas declararam que havia limitações no sistema de transporte urbano e ausência de trabalhadores nos postos, sem precisar a porcentagem de adesão.

De acordo com o jornal “La Tercera”, mais de 20 barricadas foram levantadas entre 6h e 8h desta quarta-feira. O governo disse, que nas primeiras horas de manifestações, houve registro de 11 feridos — destes, nove eram das forças de segurança. Trinta e cinco pessoas foram detidas em Santiago.

O presidente da CUT informou que as barricadas são resposta às violências verbais e aos insultos na qual os trabalhadores são submetidos. A manifestação tomou conta do aeroporto de Santiago, onde pelo menos 50 funcionários protestavam com vuvuzelas. As ruas da capital estão sob forte patrulhamento. A polícia chegou a usar gás lacrimogêneo para dispersar os protestantes.

O porta-voz do Palácio da Moneda declarou que todas as providências serão tomadas para que o transporte público volte a funcionar dentro da normalidade. Apenas 2% dos ônibus apresentam problemas, mas houve relatos de que um grupo de manifestantes estaria tentando atrasar e interromper o trânsito.

Andrés Chadwick, secretário-geral do governo, pediu para que os chefes sejam tolerantes com os atrasos nestes dois dias.

Em um ato público, o presidente do Chile, Sebastian Piñera, declarou que o país continua funcionando com bastante normalidade. “O lamentável é que a intenção foi outra, a de causar um dano ao país”.

Fontes:
O Globo - Greve nacional começa com barricadas e confrontos na capital chilena

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1 Opinião

  1. Ana Rochelly disse:

    No Chile a qualidade de educação nem se aproxima em comparação a péssima que háno Brasil, enquanto 100 mil pessoas vão protestar por melhorias na educação, no Brasil todos ficamos de mãos atadas, aceitando essa péssima educação.. Pois foi divulgado no próprio “opinião e noticia”: Crianças de escolas públicas não sabem somar e subtrair
    É pra frente que se anda Brasil !

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