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manifestação histórica

Marchas contra o terrorismo reúnem 3,7 milhões na França

Trata-se de uma mobilização sem precedentes no país, segundo o ministro Interior francês

Marchas contra o terrorismo reúnem 3,7 milhões na França
Praça da República, em Paris (Fonte: Reprodução/Reuters)

Um total de 3,7 milhões de pessoas foram para as ruas da França neste domingo, 11, para protestar contra o terrorismo e em homenagem aos mortos em três ataques diferentes nos últimos dias no país, incluindo o atentado contra a sede do jornal Charlie Hebdo.

Leia também: Líderes de vários países se unem à marcha contra o terrorismo na França

Estima-se que entre 1,2 milhão e 1,6 milhão de pessoas participaram de uma marcha histórica em Paris pela liberdade e pela democracia. A multidão exibia slogans como “Viva a França”, “Eu sou Charlie” e “Eu sou Charlie, judeu, policial”.

Trata-se de uma mobilização sem precedentes na França, segundo o ministro do Interior, Bernard Cazeneuve. O início da marcha em Paris foi liderado por parentes das vítimas dos ataques, seguidos por quase 60 chefes de Estado e de governo, incluindo a chanceler alemã, Angela Merkel, os chefes de governo italiano, Matteo Renzi, espanhol, Mariano Rajoy, e britânico, David Cameron, o chanceler russo, Serguei Lavrov, os primeiros-ministros israelense, Benjamin Netanyahu, e turco, Ahmed Davutoglu, e o presidente da Autoridade Palestina, Mahmmoud Abbas.

O ministro das Relações Exteriores do Marrocos, Salaheddine Mezouar, não participou da marcha na capital francesa “em razão da presença de charges blasfematórias” do profeta no evento.

O governo francês ressaltou que a marcha realizada neste domingo em Paris foi a maior demonstração de unidade na história de França.

Fontes:
G1 - Marcha histórica pela liberdade reúne 3,7 milhões na França
Público - Marcha contra o terrorismo: "A maior demonstração de unidade na história de França"

2 Opiniões

  1. Ludwig Von Drake disse:

    O governo frances não reconhece a própria história: a maior demonstração de unidade foi em 14 de julho de 1789. Lembro um personagem brancaleone que dizia: “…nunca antes na história desse país…”

  2. Áureo Ramos de Souza disse:

    Sinceramente eu concordo com a mobilização inclusive aplauso os chefes de estado, agora tem o seguinte os dois irmão erraram, não se deve tirar a vida de ninguém só DEUS o meu Deus pai de nosso irmão Jesus tem direito. Jamais eu gostaria que fizessem charge com Jesus ou com Deus o dono do mundo e tem outra coisa sei que ninguém que é cristão que seja evangélico ou católico gostaria que nosso Deus fosse criticado através de gravuras. Não estou aqui defendendo os irmão pois o que fizeram foi o erro mais grotesco em matéria de religião isto é se Maomé um profeta eles acham que é religião. O evangelho que Deus pregou não foi o Evangelho do Alcorão.

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