Presidente da GOL acaba de comprar a Passaredo Linhas Aéreas. Por Leandro Mazzini
Incríveis avanços tecnológicas não significam a morte de tecnologias anteriores
Nelson Mandela assumiu o cargo em 9 de fevereiro de 1994
Ponto alto da visita é assistir o pôr do sol. Por Fernanda Costta*
Além de ter o primeiro título no cinema, livros de Stieg Larsson viraram minissérie
A Opinião Pública da semana é de Vanderlei Alves P. Junior
Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Sinais não-verbais podem nos ajudar se os identificarmos
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Ahmadinejad sabe que as sanções têm objetivos imediatos, mas também de longo prazo
Programação no Rio sofre uma reviravolta após desabamento de prédios ao lado do Municipal
Segundo a Economist, a Bolsa de Valores de Xangai é uma espécie de fachada, e não um mercado, de fato. Pelo menos não no sentido Ocidental, no qual os preços são estabelecidos por grandes forças de oferta e procura.
De acordo com a revista britânica, o resultado disto é um comércio local no qual não se acredita que as ações podem tanto cair quanto subir; atualmente acredita-se que as ações só podem subir. Esta confiança origina-se em uma enorme quantidade de empresas controladas pelo governo que abrem o seu capital no mercado acionário.
A Economist ressalta que, com poucas exceções, a China proíbe seus cidadãos de investir no exterior. No país, a escolha é entre conta poupança, que paga menos do que a inflação, ou bens imóveis, com direitos de propriedade incertos. Na China, as empresas e os bancos de investimentos dão informações privilegiadas para investidores, e não para o mercado em geral. Por sua parte, o governo chinês é conivente com isso, concedendo permissão seletiva a estrangeiros que querem investir.