Início » Internacional » 'Milagre' do sistema de saúde tem custos ocultos
Cuba

'Milagre' do sistema de saúde tem custos ocultos

Prezados leitores, o Opinião e Notícia encerrará suas atividades em 31/12/2019.
Agradecemos a todos pela audiência durante os quinze anos de atuação do site.

O programa de saúde cubano não é um simples esforço humanitário. Uma campanha contra a perda da visão serve de propaganda do governo socialista, assim como a exportação de uma das poucas coisas que a economia estatal de Cuba produz em abundância: médicos.

Os médicos cubanos que vão para o exterior recebem pagamentos muito melhores do que em Cuba. Quando voltam, têm benefícios do Estado, como o direito de comprar um carro e o de receber uma casa relativamente luxuosa. Com isso, muitos dos melhores médicos cubanos vão trabalhar no exterior. Segundo alguns médicos e pacientes, os profissionais de saúde que ficam em Cuba trabalham em excesso, resultando em um declínio da qualidade do atendimento aos cubanos.

Fontes:
NY Times - A Health System’s ‘Miracles’ Come With Hidden Costs

Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião deste site

2 Opiniões

  1. antónio afonso disse:

    – Propaganda ou não o certo é que presta um grande serviço aqueles que nada tem.
    -E a quem o sistema "democrático" neoliberal se nega a considerar seres humanos.
    -Quanto a economia Cubana ter capacidade para "produzir" muitos médicos é de facto admirável que uma economia sabotada tenha capacidade de formar tanta gente na nobre arte de curar o seu semelhante .
    Uma pergunta e os países ricos o que produzem?

  2. EDVALDOTAVARES disse:

    A QUALIDADE DO SERVIÇO DE SAÚDE CUBANO É PROPAGANDA PARA OTÁRIO BRASILEIRO. O médico lá, em Cuba, tem como salário, $ 50,00 dólares. O "panaca" brasileiro fica achando que o serviço médico de Fidel Castro é melhor. O brasileiro é um "otarão" de marca maior. Os médicos cubanos ficam doidos para trabalharem nos interiores brasileiros, como clandestinos, preenchendo as vagas que a política demagógica brasileira não consegue de forma honesta atrair os profissionais brasileiros. Os prefeitos dessas localidades, politiqueiros sem-vergonhas, envolvem os médicos brasileiros, sob pressão, em suas falcatruas. Os governos estaduais, não dão apoio aos municípios do interior dos seus estados. O médico, muitas vezes, não recebe o valor do salário acordado e nem os recursos de assistência médica que necessita e, ficam esses brasileiros que gostam de ficar de quatro para os estrangeiros, fazendo declarações típicas de capachildos. Eu, médico formado no Rio de Janeiro em 1971, com 36 anos de experiência, como estudante de medicina, em 1968 fui participante do Projeto Rondon 1 como acadêmico de medicina, em Jauaretê, cabeça do cachorro, fronteira do Estado do Amazonas com a Colômbia, no Rio Uaupés, alto Rio Negro, e em 1969, integrei a equipe do Projeto Rondon 3 em Parintins, Amazonas, e, em 1970, participei do grupo que instalou o Campus Avançado da Universidade do Estado da Guanabara (UEG), em Parintins, e, chefiei a equipe do Projeto Rondon à Dourados, Mato Grosso do Sul, além de participação em outras operações do Projeto Rondon. Fui primeiro-tenente e depois capitão na fronteira do Amapá com a Guiana Francesa, Colônia Militar do Oiapoque, e dirigi, como major do Glorioso Exército Brasileiro, o Hospital de Guarnição de Tabatinga, Amazonas, fronteira com a Colômbia e com o Perú. Falo com convicção de que os médicos cubanos morrem de fome em seu país e que nos interiores do BRASIL recebem salários, quando recebem, que os fazem sentir no paraíso. Se alguém quiser discordar do que aqui gravei, use do direito, mas, ampare as suas argumentações em fatos que possam ser comprovados. "BRASIL ACIMA DE TUDO". SELVA! EDVALDOTAVARES. Oficial Superior MÉDICO do Glorioso Exército Brasileiro. BRASÍLIA/DF.

Sua Opinião

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *