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Movimento antivacina é ameaça à saúde global em 2019

Segundo a OMS, o movimento 'ameaça reverter o progresso feito no combate às doenças evitáveis por meio da vacinação'

Movimento antivacina é ameaça à saúde global em 2019
Entre os motivos que explicam a adesão das pessoas ao movimento antivacina estão falta de confiança (Fonte: Reprodução/Agência Brasil)
A Organização Mundial de Saúde (OMS) incluiu o movimento antivacina em seu relatório que cita as dez maiores ameaças à saúde global em 2019.
De acordo com a OMS, o movimento “ameaça reverter o progresso feito no combate às doenças evitáveis por meio da vacinação”.
A OMS ressalta  que “a vacinação é uma das formas mais eficientes, em termos de custo, para evitar doenças”, e ainda que “atualmente evita de 2 a 3 milhões de mortes por ano, e outro 1,5 milhão poderia ser evitado se a cobertura vacinal fosse melhorada no mundo”.
Ainda segundo a OMS, entre os motivos que explicam a adesão das pessoas ao movimento antivacina estão falta de confiança, complacência e dificuldades no acesso a vacinas. Algumas pessoas também apontam como argumento motivos religiosos.
O aumento dos casos de sarampo em todo o mundo vem sendo apontado como um dos efeitos da redução da cobertura vacinal.
Entre outros riscos à saúde global neste ano, o relatório da OMS inclui ainda vírus como os do ebola, HIV, dengue e influenza, poluição do ar e mudança climática, doenças não transmissíveis, como diabetes, câncer e as cardíacas, resistência antimicrobial, e falha na assistência básica de saúde.

Fontes:
O Globo - Movimento antivacina é incluído na lista de dez maiores ameaças à saúde em 2019

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