Dilma garante que vai erradicar a miséria no Brasil, Serra jura que vai mandar remédios pelos Correios. Seremos o país perfeito em 2015?
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Considerado um marco da imprensa nacional, JB põe fim à sua edição impressa a partir de 1º de setembro
A estratégia do empresário Eike Batista obedece a uma lógica agressiva de relações públicas. Por Carlos Tautz
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Acompanhe a série especial sobre eleições. Por Claudio Carneiro
O russo Andrei Gavrilov e o húngaro András Schiff vêm de planetas psicoestéticos que se estranham. Por Clóvis Marques
Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, nasceu em Ouro Preto no dia 29 de agosto de 1730
Pneumologista do MedImagem Medicina Diagnóstica dá dicas para quem quer parar de fumar
O leitor Milton Portenoy foi escolhido para essa semana. E você, já deu sua opinião?
Francisco Taunay analisa a relação entre cinema, fotografia e realidade
Nos oito anos seguintes aos ataques do dia 11 de setembro de 2001 nos EUA, o diretor do FBI se focou praticamente em um único inimigo: a Al Qaeda.
Milhares de terroristas foram mortos ou capturados; forças militares destruíram grande parte da liderança da Al Qaeda no Iraque; refúgios e campos de treinamentos de terroristas no Afeganistão foram destruídos. Agora, o diretor Robert Mueller e analistas de contraterrorismo dos EUA estão monitorando o aparecimento de uma nova ameaça.
O “USA Today” diz que a Al Qaeda se transformou em uma rede enfraquecida de pequenos grupos terroristas espalhados pela Ásia, Oriente Médio e África, e ressalta que sua fragmentação levanta um pergunta inquietante: ela ajuda a tornar os EUA e seus aliados ocidentais mais seguros, ou prejudica os esforços para se proteger contra o terrorismo?
Mueller afirmou em uma entrevista que a Al Qaeda ainda é “letal”, mas se recusou a dizer se os EUA são vulneráveis a ela. Vários analistas citam evidências de que a Al Qaeda está ganhando força no Iêmen e na Somália.