Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
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PP deve sacramentar o deputado Arthur Lira (PP-AL) no cargo
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Ahmadinejad sabe que as sanções têm objetivos imediatos, mas também de longo prazo
Programação no Rio sofre uma reviravolta após desabamento de prédios ao lado do Municipal
O cartão-postal de Manama é o World Trade Center, construído com três turbinas eólicas
Panela de pressão da política dos acertos partidários chega a seu ponto alto de fervura
Diretor alemão filma em seu país drama histórico com sotaque britânico
A Opinião Pública da semana é do Jayme Mello. Participe também!
Operação tem justificativa legal, mas é um fracasso do ponto de vista social e humano
Nos oito anos seguintes aos ataques do dia 11 de setembro de 2001 nos EUA, o diretor do FBI se focou praticamente em um único inimigo: a Al Qaeda.
Milhares de terroristas foram mortos ou capturados; forças militares destruíram grande parte da liderança da Al Qaeda no Iraque; refúgios e campos de treinamentos de terroristas no Afeganistão foram destruídos. Agora, o diretor Robert Mueller e analistas de contraterrorismo dos EUA estão monitorando o aparecimento de uma nova ameaça.
O “USA Today” diz que a Al Qaeda se transformou em uma rede enfraquecida de pequenos grupos terroristas espalhados pela Ásia, Oriente Médio e África, e ressalta que sua fragmentação levanta um pergunta inquietante: ela ajuda a tornar os EUA e seus aliados ocidentais mais seguros, ou prejudica os esforços para se proteger contra o terrorismo?
Mueller afirmou em uma entrevista que a Al Qaeda ainda é “letal”, mas se recusou a dizer se os EUA são vulneráveis a ela. Vários analistas citam evidências de que a Al Qaeda está ganhando força no Iêmen e na Somália.