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A predominância de grupos estrangeiros reflete que o Brasil recebeu cerca de US$ 3,1 bilhões de investimentos na indústria do etanol
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A democracia brasileira não é, ainda, muito digna do nome, quando o eleitorado olha o panorama à sua volta
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O Próxima Parada do Opinião e Notícia segue para Natal, no Rio Grande do Norte, e conta com a participação dos leitores.
Nossa coluna semanal de críticas (construtivas) à imprensa
Leia a carta escolhida na semana pelo Opinião e Notícia
Primeiro artigo da série sobre o curso A arte do Design - Art Nouveau e Bauhaus, da Casa do Saber Rio
Confira a crítica semanal de cinema de Francisco Taunay
Nos desastres do Haiti e do Chile, o presidente se manteve à disposição para reerguer os países diante das tragédias naturais
No intervalo da novela, uma loura linda e esquálida mostra as pernas num comercial de cerveja.
Nos oito anos seguintes aos ataques do dia 11 de setembro de 2001 nos EUA, o diretor do FBI se focou praticamente em um único inimigo: a Al Qaeda.
Milhares de terroristas foram mortos ou capturados; forças militares destruíram grande parte da liderança da Al Qaeda no Iraque; refúgios e campos de treinamentos de terroristas no Afeganistão foram destruídos. Agora, o diretor Robert Mueller e analistas de contraterrorismo dos EUA estão monitorando o aparecimento de uma nova ameaça.
O “USA Today” diz que a Al Qaeda se transformou em uma rede enfraquecida de pequenos grupos terroristas espalhados pela Ásia, Oriente Médio e África, e ressalta que sua fragmentação levanta um pergunta inquietante: ela ajuda a tornar os EUA e seus aliados ocidentais mais seguros, ou prejudica os esforços para se proteger contra o terrorismo?
Mueller afirmou em uma entrevista que a Al Qaeda ainda é “letal”, mas se recusou a dizer se os EUA são vulneráveis a ela. Vários analistas citam evidências de que a Al Qaeda está ganhando força no Iêmen e na Somália.
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