Nos oito anos seguintes aos ataques do dia 11 de setembro de 2001 nos EUA, o diretor do FBI se focou praticamente em um único inimigo: a Al Qaeda.
Milhares de terroristas foram mortos ou capturados; forças militares destruíram grande parte da liderança da Al Qaeda no Iraque; refúgios e campos de treinamentos de terroristas no Afeganistão foram destruídos. Agora, o diretor Robert Mueller e analistas de contraterrorismo dos EUA estão monitorando o aparecimento de uma nova ameaça.
O “USA Today” diz que a Al Qaeda se transformou em uma rede enfraquecida de pequenos grupos terroristas espalhados pela Ásia, Oriente Médio e África, e ressalta que sua fragmentação levanta um pergunta inquietante: ela ajuda a tornar os EUA e seus aliados ocidentais mais seguros, ou prejudica os esforços para se proteger contra o terrorismo?
Mueller afirmou em uma entrevista que a Al Qaeda ainda é “letal”, mas se recusou a dizer se os EUA são vulneráveis a ela. Vários analistas citam evidências de que a Al Qaeda está ganhando força no Iêmen e na Somália.

Esses árabes malucos são cada vez mais radicais — provavelmente já tem coisa pior que a Al Qaida.