Dilma garante que vai erradicar a miséria no Brasil, Serra jura que vai mandar remédios pelos Correios. Seremos o país perfeito em 2015?
Lucia Hippolito analisa a trajetória do PT da sua origem no sindicalismo ao governo Lula
Considerado um marco da imprensa nacional, JB põe fim à sua edição impressa a partir de 1º de setembro
A estratégia do empresário Eike Batista obedece a uma lógica agressiva de relações públicas. Por Carlos Tautz
Veja o artigo de Paulo Rabello de Castro publicado no site do Instituto Millenium
Acompanhe a série especial sobre eleições. Por Claudio Carneiro
O russo Andrei Gavrilov e o húngaro András Schiff vêm de planetas psicoestéticos que se estranham. Por Clóvis Marques
Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, nasceu em Ouro Preto no dia 29 de agosto de 1730
Pneumologista do MedImagem Medicina Diagnóstica dá dicas para quem quer parar de fumar
O leitor Milton Portenoy foi escolhido para essa semana. E você, já deu sua opinião?
Francisco Taunay analisa a relação entre cinema, fotografia e realidade
Nas primeiras horas desta quinta, 2, os Estados Unidos e o Afeganistão iniciaram uma ofensiva militar contra o Taleban na Província de Halmand, ao Sul do país. As Forças militares dos EUA informaram em um comunicado que há cerca de 4 mil fuzileiros navais e 650 soldados afegãos envolvidos na operação.
Os EUA enviaram ao local 21 mil soldados antes das eleições, e o Pentágono espera que até o fim do ano o contingente americano no Afeganistão chegue a 68 mil — o dobro do número de soldados que estavam no país em 2008 e quase a metade do número de militares americanos no Iraque. Aeronaves da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) estão dando apoio às forças militares.
O comandante dos fuzileiros navais no sul do Afeganistão, Larry Nicholson, disse que esta ofensiva é diferente das outras pelo “tamanho da força” e por sua velocidade. Segundo oficiais que estão na área, essa é a maior operação dos fuzileiros navais desde a Guerra do Vietnã. Esta também é primeira grande operação da estratégia reforçada do presidente Barack Obama para estabilizar o país.