Nossa coluna semanal de críticas (construtivas) à imprensa
Confira a opinião pública da semana
Artigo da série sobre o curso A arte do Design - Art Nouveau e Bauhaus, da Casa do Saber Rio
Leia a crônica publicada no jornal Correio Mercantil, em 19 de novembro de 1854
Depois da primeira onda pandêmica, no inverno do ano passado, o Brasil iniciou nesta semana a campanha de vacinação contra a gripe A
Participe do sorteio e concorra a ingressos para a ópera no cinema
Confira a crítica de Francisco Taunay sobre o espetáculo
Carlos Eduardo Novaes com humor mordaz e crítico firmou-se como excelente cronista, dramaturgo, romancista e autor de literatura infanto-juvenil
PT e PSDB se enfrentam em um embate de propostas não definidas
Dilma virou, além de pré-candidata à Presidência e papagaio fêmea de inaugurações, PhD em raciocínio lógico
A corrida é cada vez mais popular e surge como opção para fazer amizades, praticar exercícios e aumentar a qualidade de vida
A predominância de grupos estrangeiros reflete que o Brasil recebeu cerca de US$ 3,1 bilhões de investimentos na indústria do etanol
Confira o calendário divulgado pelo Ministério da Saúde
A democracia brasileira não é, ainda, muito digna do nome, quando o eleitorado olha o panorama à sua volta
Nas primeiras horas desta quinta, 2, os Estados Unidos e o Afeganistão iniciaram uma ofensiva militar contra o Taleban na Província de Halmand, ao Sul do país. As Forças militares dos EUA informaram em um comunicado que há cerca de 4 mil fuzileiros navais e 650 soldados afegãos envolvidos na operação.
Os EUA enviaram ao local 21 mil soldados antes das eleições, e o Pentágono espera que até o fim do ano o contingente americano no Afeganistão chegue a 68 mil — o dobro do número de soldados que estavam no país em 2008 e quase a metade do número de militares americanos no Iraque. Aeronaves da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) estão dando apoio às forças militares.
O comandante dos fuzileiros navais no sul do Afeganistão, Larry Nicholson, disse que esta ofensiva é diferente das outras pelo “tamanho da força” e por sua velocidade. Segundo oficiais que estão na área, essa é a maior operação dos fuzileiros navais desde a Guerra do Vietnã. Esta também é primeira grande operação da estratégia reforçada do presidente Barack Obama para estabilizar o país.
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