Depois da primeira onda pandêmica, no inverno do ano passado, o Brasil iniciou nesta semana a campanha de vacinação contra a gripe A
Confira a crítica de Francisco Taunay sobre o espetáculo
Carlos Eduardo Novaes com humor mordaz e crítico firmou-se como excelente cronista, dramaturgo, romancista e autor de literatura infanto-juvenil
PT e PSDB se enfrentam em um embate de propostas não definidas
Dilma virou, além de pré-candidata à Presidência e papagaio fêmea de inaugurações, PhD em raciocínio lógico
A corrida é cada vez mais popular e surge como opção para fazer amizades, praticar exercícios e aumentar a qualidade de vida
A predominância de grupos estrangeiros reflete que o Brasil recebeu cerca de US$ 3,1 bilhões de investimentos na indústria do etanol
Confira o calendário divulgado pelo Ministério da Saúde
A democracia brasileira não é, ainda, muito digna do nome, quando o eleitorado olha o panorama à sua volta
Saiba quais exames as mulheres devem fazer e os cuidados importantes para manter a saúde
O Próxima Parada do Opinião e Notícia segue para Natal, no Rio Grande do Norte, e conta com a participação dos leitores.
Nossa coluna semanal de críticas (construtivas) à imprensa
Leia a carta escolhida na semana pelo Opinião e Notícia
A política demográfica do governo chinês nas últimas três décadas vem sendo um rigoroso controle dos nascimentos. Agora, as consequências.
Na China, a maioria dos idosos vive com suas famílias, por razões culturais e pela força legal. Apenas cerca de 1% das pessoas com mais de 65 anos de idade vive em lares para idosos. Em geral são pessoas que não têm família, ou que precisam de cuidados com os quais os familiares não conseguem arcar. Alguns destes idosos têm as contas pagas pelo governo.
Com a política do filho único, no entanto, atualmente há muito menos jovens para cuidar de mais idosos. Com a baixa taxa de natalidade e o aumento da expectativa de vida, o número de chineses com mais de 60 anos anos deve saltar de cerca de 166 milhões para 342 milhões em um intervalo de apenas 20 anos.
A China é ainda um país relativamente jovem, com uma idade média de cerca de 30 anos. Mas em 2050 esta média terá subido para cerca de 45 anos. Ao longo das próximas décadas, a proporção de idosos dependentes de pessoas com idade para trabalhar aumentará muito, dos 10% atuais para 40% em 2050. Por volta de 2030 o país terá mais idosos dependentes do que crianças.
Compartilhe