Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
PP deve sacramentar o deputado Arthur Lira (PP-AL) no cargo
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Ahmadinejad sabe que as sanções têm objetivos imediatos, mas também de longo prazo
Programação no Rio sofre uma reviravolta após desabamento de prédios ao lado do Municipal
O cartão-postal de Manama é o World Trade Center, construído com três turbinas eólicas
Panela de pressão da política dos acertos partidários chega a seu ponto alto de fervura
Diretor alemão filma em seu país drama histórico com sotaque britânico
A Opinião Pública da semana é do Jayme Mello. Participe também!
Operação tem justificativa legal, mas é um fracasso do ponto de vista social e humano
Na metade do seu mandato de cinco anos como secretário-geral das Nações Unidas, o sul-coreano Ban Ki-moon pode ser definido por sua discrição.
Ban Ki-moon admitiu em uma entrevista que é conhecido como o “homem invisível”. Na verdade, o secretário-geral da ONU ainda luta para se afirmar no cenário internacional. A prova mais recente disso foi a sua fracassada viagem a Mianmar, quando a junta militar que governa a antiga Birmânia não deixou que ele se encontrasse com o líder oposicionista Aung San Suu Kyi.
Na semana passada, durante a reunião do G8 na Itália, Barack Obama contou que havia cobrado de Ban Ki-moon uma “revitalização” da ONU, de modo que as Nações Unidas possam tomar a dianteira da solução dos problemas globais, o que até agora estaria sendo feito pelo próprio G8 e pelo G20.