Os gênios do Planalto imaginam tornar a compra da energia nuclear compulsória, nos mesmos moldes do que faz com Itaipu.
Historiador tenta responder qual a origem do povo cigano e o motivo de séculos de perseguição
Veja o artigo de Carlos Alberto Sardenberg publicado no site do Instituto Millenium
Quando um indivíduo é agredido pelo Estado, todos nós estamos sendo aviltados
Aos eleitos caberá uma série de tarefas importantes, como administrar o dinheiro obtido com impostos. Por Claudio Carneiro
Maestro Michael Stern levantou o Teatro Municipal. Uma interpretação à altura da obra. Por Clóvis Marques
Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque Melo nasceu em seis de setembro de 1897, no Rio de Janeiro
Dr. Roberto Rodrigues, pneumologista do Lâmina Medicina Diagnóstica/ DASA tira dúvidas sobre o assunto
Jose Carlos Zingra falou sobre o descaso em relação ao Amapá, e foi escolhido para o Opinião Pública da semana.
Bolsa-Telefone é o projeto da vez. Grandes cidades começam a sofrer com falta de mão de obra. Por Renata Steidel
Alguns brasileiros se negam a fornecer dados ao IBGE por receio de receber em casa falsos recenseadores. Por Joana Duarte
O número de registros de patentes caiu 4,5% em 2009. A queda foi resultado da diminuição no investimento em pesquisa e desenvolvimento por parte de países ocidentais durante a crise financeira. No entanto, países asiáticos como Coreia do Sul e Japão aumentaram o número de patentes. Nada comparado com a China, que registrou 30% mais patentes em 2009 do que em 2008. Em relação a 2005, o aumento foi de 210%.
Em nossa opinião…
O continuo crescimento do número de patentes de países asiáticos como Japão e Coreia do Sul, e principalmente o enorme crescimento da China, mostram que o eixo de inovação tecnológica mudou do mundo Ocidental para o Oriental. Somando-se esse crescimento da China à possibilidade deste país se tornar, já neste ano, a segunda maior economia do mundo e ao seu discreto mas crescente poderio militar, vê-se a emergência de um novo poder mundial que poderá em breve desbancar a Rússia.
Veja abaixo no gráfico da Economist: