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Aplicativos médicos

Novos aplicativos para smartphones fazem diagnósticos médicos

Dois dos mais recentes aplicativos detectam a presença do vírus HIV, que causa a Aids, e fazem o diagnóstico de outras doenças

Novos aplicativos para smartphones fazem diagnósticos médicos
Esses aplicativos podem ser muito úteis em áreas distantes e pobres (Reprodução/Internet)

De acordo com alguns relatos, um em cinco americanos usa aplicativos com informações sobre saúde em seus smartphones. Os aplicativos podem também ser conectados a sensores presos ao corpo para monitorar sinais vitais, como batimentos cardíacos de quem pratica jogging. Outros ajudam a fazer diagnósticos com o uso, por exemplo, da câmera do smartphone para analisar a cor das tiras reagentes no exame de urina. Os dispositivos também permitem que os celulares façam avaliações biológicas diretas. Dois dos mais recentes aplicativos detectam a presença do vírus HIV, que causa a Aids, e fazem o diagnóstico de outras doenças.

Samuel Sia e seus colegas da Universidade de Columbia, em Nova York, criaram um exame de sangue miniaturado chamado Elisa (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay), que detecta anticorpos específicos produzidos como reação a uma infecção. Uma amostra do sangue retirada de uma picada do dedo é colocada em uma pequena placa de plástico descartável, que contém reagentes necessáriospara realizar o teste. A placa é então inserida no dispositivo do teste, pequeno o suficiente para que o usuário o segure com a mão, acoplado ao dispositivo Lab-on-a-chip também conhecido como sistema micro-analítico-total (micro TAS). Em seguida, esse dispositivo é conectado ao smartphone. Um aplicativo realiza o teste e 15 minutos depois o resultado positivo ou negativo é exibido na tela do celular.

Ao oferecer diagnósticos baseados em testes de laboratório para a população com acesso aos smartphones, esses dispositivos podem ser muito úteis em áreas distantes e pobres. Mas também darão motivo para que os hipocondríacos fiquem cada vez mais obcecados por seus aparelhos celulares.

Fontes:
Economist-Smartphone diagnosis

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