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Número de mortes em Gaza chega a 100 em quatro dias

Em 24 horas, a aviação israelense realizou 210 ataques aéreos, contra 194 da Faixa de Gaza

Número de mortes em Gaza chega a 100 em quatro dias
Este é o enfrentamento mais violento desde 2012, quando 170 palestinos e seis israelenses morreram numa operação militar de oito dias (Reprodução/Lefteris Pitarakis/AP)

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Nas últimas 24 horas, Israel lançou 210 ataques na Faixa de Gaza contra 194 foguetes disparados a partir do território controlado pelo Hamas, elevando o número de palestinos mortos para mais de 100. Há 675 feridos na região. Já em Israel, foi registrado o primeiro óbito, com a morte de um soldado.

Desde a última segunda-feira, 7, Israel soma quase mil ataques ante os mais de 600 de Gaza. Haifa, Hadera, Jerusalém, Beersheba, Dimona e outras localidades israelenses estiveram na mira do Hamas e outros grupos militantes palestinos nos últimos dias, que surpreenderam o mundo com um poder de fogo até então não visto, alcançando cidades israelenses a mais de 160 quilômetros de Gaza.

A tensão entre os grupos aumentou após o sequestro e assassinato de três jovens israelenses (cuja autoria seria do Hamas, segundo Israel), seguidos do rapto e morte de um adolescente palestino. Trata-se do enfrentamento mais violento desde 2012, quando 170 palestinos e seis israelenses morreram numa operação militar de oito dias.

Foguete disparado pelo Líbano atinge Israel

Um foguete disparado do Sul do Líbano nesta sexta-feira, 11, atingiu um campo na cidade de Kyriat Shmona, no norte de Israel, sem causar vítimas ou danos, conforme a agência de notícias AFP.

“Trata-se sem dúvida de uma pequena organização palestina que deseja expressar solidariedade ao Hamas”, afirmou um porta-voz militar à agência.

Apesar da pressão da comunidade internacional pelo cessar-fogo, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, encorajou os chefes de Estados muçulmanos a prestarem ajuda ao povo palestino.

Rouhani alertou que o bloqueio a Gaza e a falta de assistência médica podem levar a uma catástrofe humana, acrescentando que auxiliar “o povo oprimido da Palestina e impedir o regime sionista de cometer atrocidades são da responsabilidade comum de todas as organizações internacionais e dos países que amam a liberdade”.

Fontes:
O Globo-Hamas ameaça atacar aeroporto de Tel Aviv; Domo de Ferro intercepta três mísseis

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