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Arte nos EUA

O impacto visual do novo Whitney Museum

É impossível ficar indiferente ao impacto visual do prédio de formas assimétricas de concreto, aço pintado e vidro instalado no Meatpacking District, em Nova York

O impacto visual do novo Whitney Museum
O novo Whitney Museum foi inaugurado no dia 1º de maio (Fonte: Reprodução/Eyevine)

Para Renzo Piano, um arquiteto italiano cuja especialidade é o refinamento geométrico imaculado, o novo Whitney Museum, construído com um custo de US$ 422 milhões e inaugurado em 1º de maio, é um projeto arrojado e agressivo. Piano construiu sete andares de exposições acima de um enorme hall de entrada com paredes de vidro. O quinto andar projeta-se em direção ao parque High Line a leste. Uma série de escadas de metal conecta os três andares superiores construídos em recuos como os de degraus gigantescos.

Instalado no Meatpacking District, em Nova York, esse prédio de formas assimétricas de concreto, aço pintado e vidro destaca-se em meio aos prédios vizinhos como um adolescente desajeitado e anguloso. No entanto, Piano também mostrou sua elegância característica; no final da tarde o brilho do rio reflete-se nas paredes e janelas do museu, espalha-se por Gansevoort Street e ilumina o elegante hall de vidro.

Em cada andar, o tamanho da galeria estimula sutilmente o visitante a caminhar de um lado para outro. Com poucas divisórias nas salas de exposição, o fluxo das obras expostas instiga mais o movimento do que a contemplação. Longas vistas ocasionais iluminadas pela luz do dia criam uma interação entre as diversas obras. A sequência convencional de itens individuais é interrompida por grupos de obras com determinado contexto, em geral de temas políticos ou sociais explícitos, como direitos trabalhistas e civis.

Fontes:
The Economist - Manhattan’s new Whitney: Don’t be aloof

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