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O início da Primeira Guerra do Golfo Pérsico

Em 16 de janeiro de 1991, uma coalizão liderada pelos EUA lança ataques aéreos contra o Iraque de Saddam Hussein

O início da Primeira Guerra do Golfo Pérsico
Caças americanos sobrevoam o Kuwait durante a primeira guerra do Golfo (Foto: Wikipédia)

À meia-noite do dia 16 de janeiro de 1991, o prazo das Nações Unidas para a retirada de militares iraquianos do Kuwait expirou, e o Pentágono se preparou para iniciar uma ofensiva para tirar o Iraque à força do país vizinho rico em petróleo, após cinco meses de ocupação.

Aviões de caça decolaram da Arábia Saudita e de porta aviões americanos e britânicos ancorados no Golfo Pérsico em missões de bombardeio sobre o Iraque e o Kuwait. Durante toda a noite, aviões de guerra da coalizão militar liderada pelos Estados Unidos atacaram alvos em Bagdá enquanto o mundo assistia os eventos pela televisão, em tempo real. Às 19h, a Operação Tempestade no Deserto (Desert Storm), o apelido dado à maciça ofensiva liderada pelos Estados Unidos contra o Iraque, foi formalmente anunciada na Casa Branca.

A operação foi conduzida por uma coalizão internacional sob o comando do general americano Norman Schwarzkopf. Os americanos contaram com forças de 32 países, incluindo Grã-Bretanha, Egito, França, Arábia Saudita e Kuwait. Durante as próximas seis semanas, a força aliada travou uma guerra aérea contra alvos militares e infraestruturas civis no Iraque, encontrando pouca resistência dos iraquianos.

Forças terrestres iraquianas estavam desamparadas durante este estágio da guerra. A única medida eficaz de retaliação do líder iraquiano, Saddam Hussein, foi o lançamento de ataques com mísseis contra Israel e Arábia Saudita. Saddam esperava que os ataques contra Israel fariam o país judeu entrar no conflito, dissolvendo assim o apoio árabe à guerra. A pedido dos Estados Unidos, no entanto, Israel se manteve fora da guerra.

Fontes:
History.com - The Persian Gulf War Begins

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3 Opiniões

  1. Jayme Mello disse:

    A sabedoria popular, nos fala que a história do mundo é largamente contada, pelos vencedores daquele momento final de refrega, ou costumeira ao longo do tempo, pelos seus históricos seguidores, sejam eles, sequazes ou não.
    Por outro lado, aqui ou ali, em momentos contínuos e ao decorrer dos janeiros seguintes, ouvidos mais perceptivos, captam quase que furtivamente, sérias controvérsias sobre os tais relatos, que provocam contundentes alaridos, os quais, são também, peremptoriamente, neutralizados e jogados no mar do esquecimento da grande mídia.
    Assim, essas outras histórias furtivas, também relatam que o personagem iraquiano, teria caído em desgraça, quando, ele, lá idos de 1973, juntamente, com outro insurgente e, esse, da America Central, teriam, esses dois, ousado desobedecer os ditames da recém criada OPEP, que obrigava todos os produtores de petróleo, usarem o DÓLAR AMERICANO, como moeda única para comercialização internacional, do óleo negro e seus derivados.
    Anteriormente, a essa desobediência, o iraquiano usufruía de todas as benesses possíveis, incluindo armamentos e toda tecnologia de destruição, para uma guerrinha contra seus vizinhos, quase parede-meia.
    E, o final desse retalho trágico da história do Oriente Médio, parece não ter fim.

  2. Ludwig Von Drake disse:

    É de um filósofo francês a célebre expressão: “cada povo tem o governo que merece”; ou precisa. O Saddam era a tampa da panela de pressão onde cozinhavam os integrantes da Al Qaeda, Taliban, Estado Islâmico, Hesbolah, Boko-Haram, . . .

  3. neyjos disse:

    Aquilo não foi guerra, foi um genocídio do imperialismo americano e inglês contra os muçulmanos.

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