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Uso dos drones

O Natal dos aviões-robô embrulhados para presente

Para evitar acidentes, será necessário que os governos estabeleçam regras para o uso crescente dos aviões-robô

O Natal dos aviões-robô embrulhados para presente
O uso dos drones precisa ser regulamentado mundialmente (Reprodução/Satoshi Kambayashi)

Os aviões-robô estão entre os presentes de Natal mais vendidos este ano. Por $50 você pode comprar um minúsculo quadricóptero com uma câmera de vídeo, perfeito para ter uma visão panorâmica de seu jardim; um avião-robô de $700 equipado com uma câmera giroscópica e um dispositivo de rastreamento sem fio preso ao seu pulso, poderá filmá-lo enquanto esquia, anda de bicicleta ou faz kitesurf. Ainda mais importante, os aviões-robô podem revolucionar todos os tipos de empresas.

Criados no início com fins militares, os aviões-robô estão sendo incorporados ao uso pessoal graças à redução dos custos de equipamentos eletrônicos. Um smartphone tem uma série de dispositivos que podem ser acoplados aos aviões-robô como giroscópios, acelerômetros, transmissores sem fio, processadores de sinais digitais e aparelhos GPS.

Mas o potencial de uso dos aviões-robô precisa ser regulamentado. Em razão de um crescente número de relatos de pilotos de aviões que tiveram problemas ao voar perto de aviões-robô de uso pessoal ou comercial, será necessário que os governos estabeleçam regras para seu uso, de acordo com as regulamentações de cada país.

A Federal Aviation Authority (FAA) dos Estados Unidos proíbe quase todos os usos comerciais dos drones. As restrições da FAA estão prejudicando o desenvolvimento da indústria de drones nos EUA. E, é claro, as empresas estão fazendo negócios em outros países. A Amazon testou um serviço de entregas com aviões-robô no Canadá, enquanto o Google fez uma experiência com aeronaves robóticas na Austrália. Regulamentações super protetoras também resultam em uma proteção aérea menos segura. A proibição da FAA é ignorada, os voos sem licença, as tripulações não identificadas e as empresas sem seguros continuarão a operar sem uma regulamentação adequada.

Fontes:
The Economist-Free the drones

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