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	<title>Comentários sobre: O ouro negro do Canadá</title>
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	<link>http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/o-ouro-negro-do-canada/</link>
	<description>Informação e análise sobre o que acontece no Brasil e o mundo. Conteúdo de qualidade, atualização constante, debates inteligentes.</description>
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	<item>
		<title>Por: Andreia Siqueira</title>
		<link>http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/o-ouro-negro-do-canada/comment-page-1/#comment-25079</link>
		<dc:creator>Andreia Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 21:43:36 +0000</pubDate>
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		<description>O mundo do capitalismo &#233; o mundo do dinheiro, da gera&#231;&#227;o de lucro, de capital fluindo e trazendo vida as movimenta&#231;&#245;es do mercado. Nesta sociedade tudo, absolutamente tudo tem seu pre&#231;o; e a busca por novas fontes de mat&#233;ria prima marca seu valor na prolifera&#231;&#227;o e agravamento das manifesta&#231;&#245;es das quest&#245;es sociais tais como a prostitui&#231;&#227;o, criminalidades, usos de substancias ilegais e a destrui&#231;&#227;o da natureza e de tudo ao seu redor.&lt;br /&gt;
Os empres&#225;rios pregam uma ideologia totalmente absurda e dissimulada sobre os valores do que seja progresso e crescimento de uma sociedade, no entanto a realidade mostra o contrario e as contradi&#231;&#245;es de seus ide&#225;rios s&#227;o gritantes; enquanto seus bolsos se enchem de dinheiro e suas vidas se tornam mais confort&#225;veis e seguras, sua realidade se difere extremamente para mais de 85% da popula&#231;&#227;o que tem que aprender a sobreviver com o lixo que produzido pelo processo de movimenta&#231;&#227;o do mercado e com as migalhas de progresso que decidem distribuir. Afinal quantos j&#225; morreram em nome da guerra gerada pela busca do dom&#237;nio do petr&#243;leo e quantos mais v&#227;o sofrer, quantas vidas v&#227;o simplesmente desaparecer nessa guerra, que apesar de mascarada, continua a acontecer e fazer suas vitimas.&lt;br /&gt;
&#200; urgente que tomemos uma atitude concreta como sociedade que apesar de individualista sofre as conseq&#252;&#234;ncias do livre mercado de forma coletiva. O fato &#233; que se a historia do mundo tem sido a da estagna&#231;&#227;o como regra, agora &#233; preciso que se fa&#231;a um movimento de mudan&#231;a de uma sociedade que super valoriza o capital para uma que tenha como objetivo primordial a preserva&#231;&#227;o da vida e do bem estar de seus cidad&#227;os.&lt;br /&gt;
Se deixarmos que a aloca&#231;&#227;o dos recursos naturais seja feita pelo livre mercado a tend&#234;ncia ser&#225; a estagna&#231;&#227;o da natureza que levara a uma crise da humanidade que depende dela para existir. A solu&#231;&#227;o pap&#225;vel &#233; o controle social atrav&#233;s de assembl&#233;ias e reuni&#245;es que coloquem o assunto para se discutido pelos cidad&#227;os, afinal n&#227;o vivemos em uma sociedade democr&#225;tica?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
By Natur&lt;br /&gt;
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo do capitalismo &eacute; o mundo do dinheiro, da gera&ccedil;&atilde;o de lucro, de capital fluindo e trazendo vida as movimenta&ccedil;&otilde;es do mercado. Nesta sociedade tudo, absolutamente tudo tem seu pre&ccedil;o; e a busca por novas fontes de mat&eacute;ria prima marca seu valor na prolifera&ccedil;&atilde;o e agravamento das manifesta&ccedil;&otilde;es das quest&otilde;es sociais tais como a prostitui&ccedil;&atilde;o, criminalidades, usos de substancias ilegais e a destrui&ccedil;&atilde;o da natureza e de tudo ao seu redor.<br />
Os empres&aacute;rios pregam uma ideologia totalmente absurda e dissimulada sobre os valores do que seja progresso e crescimento de uma sociedade, no entanto a realidade mostra o contrario e as contradi&ccedil;&otilde;es de seus ide&aacute;rios s&atilde;o gritantes; enquanto seus bolsos se enchem de dinheiro e suas vidas se tornam mais confort&aacute;veis e seguras, sua realidade se difere extremamente para mais de 85% da popula&ccedil;&atilde;o que tem que aprender a sobreviver com o lixo que produzido pelo processo de movimenta&ccedil;&atilde;o do mercado e com as migalhas de progresso que decidem distribuir. Afinal quantos j&aacute; morreram em nome da guerra gerada pela busca do dom&iacute;nio do petr&oacute;leo e quantos mais v&atilde;o sofrer, quantas vidas v&atilde;o simplesmente desaparecer nessa guerra, que apesar de mascarada, continua a acontecer e fazer suas vitimas.<br />
&Egrave; urgente que tomemos uma atitude concreta como sociedade que apesar de individualista sofre as conseq&uuml;&ecirc;ncias do livre mercado de forma coletiva. O fato &eacute; que se a historia do mundo tem sido a da estagna&ccedil;&atilde;o como regra, agora &eacute; preciso que se fa&ccedil;a um movimento de mudan&ccedil;a de uma sociedade que super valoriza o capital para uma que tenha como objetivo primordial a preserva&ccedil;&atilde;o da vida e do bem estar de seus cidad&atilde;os.<br />
Se deixarmos que a aloca&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais seja feita pelo livre mercado a tend&ecirc;ncia ser&aacute; a estagna&ccedil;&atilde;o da natureza que levara a uma crise da humanidade que depende dela para existir. A solu&ccedil;&atilde;o pap&aacute;vel &eacute; o controle social atrav&eacute;s de assembl&eacute;ias e reuni&otilde;es que coloquem o assunto para se discutido pelos cidad&atilde;os, afinal n&atilde;o vivemos em uma sociedade democr&aacute;tica?</p>
<p>By Natur</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre Passos</title>
		<link>http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/o-ouro-negro-do-canada/comment-page-1/#comment-25063</link>
		<dc:creator>Alexandre Passos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 13:48:06 +0000</pubDate>
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		<description>Uma terra em crescimento exacerbado &#233; uma terra de OPORTUNIDADES, e n&#227;o s&#243; na &#225;rea do petr&#243;leo. As drogas e a criminalidade fazem parte das consequ&#234;ncias naturais de uma terra em desenvolvimento (acho que os traficantes e criminosos enxergam essas oportunidades antes mesmo dos grandes investidores). H&#225; que saber aproveitar o crescimento para gerar emprego e PIB. Locais com muita gente chegando necessitam novas drogarias, padarias, supermercados, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo alguns estudiosos, at&#233; 2030 o petr&#243;leo poder&#225; corresponder a cerca de 80% da demanda energ&#233;tica mundial. Portanto, a procura por novas fontes &#233; importante at&#233; mesmo para quem vive do petr&#243;leo. Por&#233;m, h&#225; que continuar trabalhando na redu&#231;&#227;o dos impactos ambientais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma terra em crescimento exacerbado &eacute; uma terra de OPORTUNIDADES, e n&atilde;o s&oacute; na &aacute;rea do petr&oacute;leo. As drogas e a criminalidade fazem parte das consequ&ecirc;ncias naturais de uma terra em desenvolvimento (acho que os traficantes e criminosos enxergam essas oportunidades antes mesmo dos grandes investidores). H&aacute; que saber aproveitar o crescimento para gerar emprego e PIB. Locais com muita gente chegando necessitam novas drogarias, padarias, supermercados, etc.</p>
<p>Segundo alguns estudiosos, at&eacute; 2030 o petr&oacute;leo poder&aacute; corresponder a cerca de 80% da demanda energ&eacute;tica mundial. Portanto, a procura por novas fontes &eacute; importante at&eacute; mesmo para quem vive do petr&oacute;leo. Por&eacute;m, h&aacute; que continuar trabalhando na redu&ccedil;&atilde;o dos impactos ambientais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel Geraldi</title>
		<link>http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/o-ouro-negro-do-canada/comment-page-1/#comment-25058</link>
		<dc:creator>Daniel Geraldi</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 13:05:55 +0000</pubDate>
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		<description>Esse caso &#233; apenas mais um que gera um conflito na hora de opinar sobre. Por um lado o progresso de uma pequena cidade e a oportunidade de mudan&#231;a de vida para as pessoas, por&#233;m esse mesmo progresso pode ser aquele que vir&#225; a destruir a qualidade de vida futura num pais que sempre se mostrou preocupado em preservar seus recursos, fora os reflexos para o resto do planeta. &lt;br /&gt;
Pelo menos, d&#225; pra se notar uma leve movimenta&#231;&#227;o para tentar reduzir o impacto ambiental causado pela extra&#231;&#227;o do betume, mas ser&#225; mesmo que esse interesse nao est&#225; mascarado por uma ganancia maior e oculta sob a face de uma empresa ecologicamente correta?&lt;br /&gt;
Bom, criticar nao adianta, penso apenas que &#233; possivel encontrar meios alternativos e mais ecologicamente viaveis de extrair o betume sem causar esse impacto, afinal, se somos capazes de gerar energia com as ondas do mar, pq nao alterar o modo de extrair o betume?&lt;br /&gt;
Mas isso s&#243; &#233; possivel se houver interesse da empresa em questao, mas quando se fala em gastos com pesquisa a empresa recua ainda mais quando essa pesquisa nao &#233; para gerar mais lucro futuramente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse caso &eacute; apenas mais um que gera um conflito na hora de opinar sobre. Por um lado o progresso de uma pequena cidade e a oportunidade de mudan&ccedil;a de vida para as pessoas, por&eacute;m esse mesmo progresso pode ser aquele que vir&aacute; a destruir a qualidade de vida futura num pais que sempre se mostrou preocupado em preservar seus recursos, fora os reflexos para o resto do planeta. <br />
Pelo menos, d&aacute; pra se notar uma leve movimenta&ccedil;&atilde;o para tentar reduzir o impacto ambiental causado pela extra&ccedil;&atilde;o do betume, mas ser&aacute; mesmo que esse interesse nao est&aacute; mascarado por uma ganancia maior e oculta sob a face de uma empresa ecologicamente correta?<br />
Bom, criticar nao adianta, penso apenas que &eacute; possivel encontrar meios alternativos e mais ecologicamente viaveis de extrair o betume sem causar esse impacto, afinal, se somos capazes de gerar energia com as ondas do mar, pq nao alterar o modo de extrair o betume?<br />
Mas isso s&oacute; &eacute; possivel se houver interesse da empresa em questao, mas quando se fala em gastos com pesquisa a empresa recua ainda mais quando essa pesquisa nao &eacute; para gerar mais lucro futuramente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luciano Uilis Gomes</title>
		<link>http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/o-ouro-negro-do-canada/comment-page-1/#comment-25047</link>
		<dc:creator>Luciano Uilis Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 08:36:26 +0000</pubDate>
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		<description>Interessante e comum o que vem acontecendo no Canad&#225;,&lt;br /&gt;
Pessoas competem e cooperam, todos saem ganhando,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante e comum o que vem acontecendo no Canad&aacute;,<br />
Pessoas competem e cooperam, todos saem ganhando,</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Sanjin&#233;s</title>
		<link>http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/o-ouro-negro-do-canada/comment-page-1/#comment-25046</link>
		<dc:creator>Carlos Sanjin&#233;s</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 01:23:38 +0000</pubDate>
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		<description>A muito tempo, como estudante de engenharia do petr&#243;leo e do gas natural, venho ouvindo sobre a riqueza do Canad&#225; em rochas bituminosas, meu objetivo e me dedicar ao rubro da petroqu&#237;mica, e tb, por que nao, chegar um dia a trabalhar no Canad&#225; hehe&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O impacto ambiental e bem forte, mas tb precisa-se fazer um balan&#231;o entre o impacto negativo, e o impacto positivo, que no caso seria o surgimento de novos empregos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, acho que e so isso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
by Ch@rlie</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A muito tempo, como estudante de engenharia do petr&oacute;leo e do gas natural, venho ouvindo sobre a riqueza do Canad&aacute; em rochas bituminosas, meu objetivo e me dedicar ao rubro da petroqu&iacute;mica, e tb, por que nao, chegar um dia a trabalhar no Canad&aacute; hehe</p>
<p>O impacto ambiental e bem forte, mas tb precisa-se fazer um balan&ccedil;o entre o impacto negativo, e o impacto positivo, que no caso seria o surgimento de novos empregos.</p>
<p>Bem, acho que e so isso</p>
<p>by Ch@rlie</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo Ferreira</title>
		<link>http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/o-ouro-negro-do-canada/comment-page-1/#comment-25042</link>
		<dc:creator>Gustavo Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 23:01:38 +0000</pubDate>
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		<description>Delfin&#243;polis uma Cidade Condenada&lt;br /&gt;
A estatal FURNAS CENTRAIS EL&#201;TRICAS, herdou e perpetuou, a senten&#231;a de morte conferida a Delfin&#243;polis na d&#233;cada de 50 pela estatal CPFL. A hidrel&#233;trica de Peixotos (posteriormente Mascarenhas de Moraes) foi idealizada, constru&#237;da e colocada em funcionamento sem nunca ter feito uma an&#225;lise das conseq&#252;&#234;ncias a curto, m&#233;dio e longo prazo no destino povo de Delfin&#243;polis. &lt;br /&gt;
Antes do represamento nosso munic&#237;pio crescia a passos largos: beir&#225;vamos a 12.000 pessoas, t&#237;nhamos uma ponte que nos ligava a Passos ( a ponte Surubim uma gigantesca obra de iniciativa da comunidade Delfin&#243;polis, com aproximados 600m, h&#225; quem diga que era a maior ponte da Am&#233;rica Latina na &#233;poca de sua constru&#231;&#227;o), nossos terras produziam muito, &#233;ramos a principal liga&#231;&#227;o  do sul de minas e de S&#227;o Paulo ao tri&#226;ngulo Mineiro e ao centro-oeste de nosso imenso pa&#237;s, pessoas constantemente se mudavam para Delfin&#243;polis em busca de progresso, enfim viv&#237;amos a melhor fase de nosso munic&#237;pio.&lt;br /&gt;
 	Fecharam-se as comportas da usina, usina que o meu povo nem conhecia,  &#225;rvores, animais, e as nossas terras mais f&#233;rteis ficaram debaixo da &#225;gua. Delfin&#243;polis ficou isolada, sem ponte, herdamos uma barquinha conseguida atrav&#233;s de um acordo p&#237;fio. Um acordo sem precedentes na &#233;poca, afinal fomos pegos de surpresa, fomos a 1&#170; hidrel&#233;trica de Rio Grande, n&#227;o podemos deixar de levar em conta que a barragem fica a aproximadamente 50 quil&#244;metros de nossa sede (estrada sem pavimenta&#231;&#227;o asfaltica), ou seja, constru&#237;da longe dos nossos olhos (informa&#231;&#245;es somente atrav&#233;s dos pouqu&#237;ssimos meios de comunica&#231;&#245;es da &#233;poca). Resumindo a CPFL nos deu uma pequenina balsa, que trabalhava  com hor&#225;rio fixo e limitante, duas m&#225;quinas para terraplanagem e uma quantia em dinheiro (que a administra&#231;&#227;o da &#233;poca usou em saneamento e eletrifica&#231;&#227;o da sede), muito pouco! E a ponte que foi engolida pela represa?&lt;br /&gt;
	As conseq&#252;&#234;ncias foram sentidas nos anos subseq&#252;entes, quase um ter&#231;o de nossa popula&#231;&#227;o migrou paras as mais diversas regi&#245;es de nosso pa&#237;s/continente, nossa agropecu&#225;ria amargou um retrocesso incomensur&#225;vel, nossa cidade refer&#234;ncia passou a ser C&#225;ssia (cidade pouco maior que a nossa, e com ran&#231;o pol&#237;tico por ter nos perdido no ato de nossa emancipa&#231;&#227;o), as principais lideran&#231;as pol&#237;ticas foram para outras paragens, o com&#233;rcio simplesmente estancou, deixamos de ser uma regi&#227;o de liga&#231;&#227;o e integra&#231;&#227;o regional, nosso esgoto dom&#233;stico passou a ser um problemas, pois com a cria&#231;&#227;o do lago, a curso da &#225;gua ficou mais lento complicando nossa principal &#225;rea de lazer daqueles tempos (at&#233; os dias atuais), os empregos, o ISMS , a vila da Usina tudo ficou para Ibirac&#237;, uma verdadeira l&#225;stima, uma vez que dos 250 Km2 n&#243;s contribu&#237;mos com 58%, mais que a soma de todos os munic&#237;pios do entorno da barragem juntos.&lt;br /&gt;
	Nos dias atuais: a balsa continua obsoleta, o esgoto cada vez pior, os empregos na usina cada vez mais distante dos filhos de Delfin&#243;polis, para conseguir algo de FURNAS somente com muita mendic&#226;ncia e humilha&#231;&#227;o, nossa principal liga&#231;&#227;o continua sendo C&#225;ssia (que pouco soma para n&#243;s), as poucas &#225;reas f&#233;rteis que sobraram hoje s&#227;o disputadas por outra usina, a Itaiquara de a&#231;&#250;car e &#225;lcool contribuindo com diminui&#231;&#227;o de empregos na zona rural, e afetando o meio ambiente, um problema mais f&#225;cil de se resolver, basta vontade de nossos pol&#237;ticos, limitando &#225;reas de plantio, exigindo rotatividade de culturas na &#233;poca de renova&#231;&#227;o de canaviais, reflorestando matas ciliares e fiscalizando os locais de plantio.&lt;br /&gt;
	O Turismo &#233; sem d&#250;vida alguma a ultima chance de reden&#231;&#227;o desta maravilhosa terra! H&#225; aproximadamente 10 anos o Brasil come&#231;ou a descobrir esta regi&#227;o de montanhas e lagos, vivenciamos um boom  tur&#237;stico: pessoas e mais pessoas nos visitaram, lotes se valorizaram, fazendas, casas, alugueis, guias, pousadas foram constru&#237;das, atrativos tur&#237;sticos, enfim todo o com&#233;rcio lucrou bastante. Mas o boom passou, e estamos vivendo o decl&#237;nio final de Delfin&#243;polis: esgoto em natura inviabiliza a explora&#231;&#227;o do nosso potencial lacustre, falta atrativos alternativos (museu, bosque, casa da cultura, feira permanente de produtos da terra, pista para caminhada, dentre outros), plano diretor, uma pista de pouso pavimentada, mas sem duvida alguma o maior empecilho ao crescimento de Delfin&#243;polis &#233; a falta de acessibilidade, ou seja, nosso convidado n&#227;o pode ficar sete, oito ou at&#233; dez horas angustiantes na fila da balsa, tanto para entrar como para sair. Quem em s&#227; consci&#234;ncia &#233; convidado a visitar a casa de algu&#233;m, fica oito horas esperando na porta, paga para ficar nesta casa e &#233; obrigado a esperar mais sete horas para retornar ao seu lar de origem, voltaria a este lugar? &lt;br /&gt;
A cada dia percebemos a diminui&#231;&#227;o dos visitantes a esta terra, ser comerciante aqui &#233; uma luta: dif&#237;cil acesso, baixo giro, alta inadimpl&#234;ncia, concorr&#234;ncia desleal e falta de apoio por parte do poder p&#250;blico. O turista consciente esta a cada dia mais raro, estamos ficando apenas com turistas de baixa renda e de pouca cultura, que buscam apenas um turismo barato (carnaval de rua, por exemplo) e curtir uma “zoeira”, o que denigre a imagem do turismo perante a popula&#231;&#227;o, pois ningu&#233;m quer um visitante que s&#243; deixa sujeira, destrui&#231;&#227;o e semeia a desordem. Este turismo predat&#243;rio tem danificado de forma irremedi&#225;vel nossos atrativos, os guias n&#227;o s&#227;o contratados, faltam normas para visita&#231;&#227;o, os donos de atrativos est&#227;o mais preocupados com o lucro f&#225;cil (ningu&#233;m refloresta, educa, freia o excesso de visita&#231;&#227;o), hoje somos ref&#233;ns das cachoeiras, porque o lago da usina est&#225; polu&#237;do inviabilizando esportes aqu&#225;ticos.&lt;br /&gt;
Chega! Ou nos tornamos uma “enst&#226;ncia tur&#237;stica”, cuidemos de nossa natureza, nos unamos em torno do resgate do d&#233;bito social hist&#243;rico imenso, que FURNAS Centrais El&#233;tricas tem com o povo deste lado do Rio Grande, afinal fomos uma experi&#234;ncia sem precedente. Ajudamos S&#227;o Paulo a crescer, o cora&#231;&#227;o industrial do pa&#237;s, mas quem ir&#225; nos ajudar? Se Juscelino Kubistcheck estivesse vivo, tenho certeza, ele seria o primeiro a querer reparar t&#227;o valoroso sacrif&#237;cio. Sacrif&#237;cio que ter&#225; valido a pena, apenas se n&#243;s pudermos elevar nossa cabe&#231;a e dizer: agora estamos recuperando o tempo perdido pelo nosso insulamento! Eu acredito  nesta terra!&lt;br /&gt;
	 &lt;br /&gt;
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Delfin&oacute;polis uma Cidade Condenada<br />
A estatal FURNAS CENTRAIS EL&Eacute;TRICAS, herdou e perpetuou, a senten&ccedil;a de morte conferida a Delfin&oacute;polis na d&eacute;cada de 50 pela estatal CPFL. A hidrel&eacute;trica de Peixotos (posteriormente Mascarenhas de Moraes) foi idealizada, constru&iacute;da e colocada em funcionamento sem nunca ter feito uma an&aacute;lise das conseq&uuml;&ecirc;ncias a curto, m&eacute;dio e longo prazo no destino povo de Delfin&oacute;polis. <br />
Antes do represamento nosso munic&iacute;pio crescia a passos largos: beir&aacute;vamos a 12.000 pessoas, t&iacute;nhamos uma ponte que nos ligava a Passos ( a ponte Surubim uma gigantesca obra de iniciativa da comunidade Delfin&oacute;polis, com aproximados 600m, h&aacute; quem diga que era a maior ponte da Am&eacute;rica Latina na &eacute;poca de sua constru&ccedil;&atilde;o), nossos terras produziam muito, &eacute;ramos a principal liga&ccedil;&atilde;o  do sul de minas e de S&atilde;o Paulo ao tri&acirc;ngulo Mineiro e ao centro-oeste de nosso imenso pa&iacute;s, pessoas constantemente se mudavam para Delfin&oacute;polis em busca de progresso, enfim viv&iacute;amos a melhor fase de nosso munic&iacute;pio.<br />
 	Fecharam-se as comportas da usina, usina que o meu povo nem conhecia,  &aacute;rvores, animais, e as nossas terras mais f&eacute;rteis ficaram debaixo da &aacute;gua. Delfin&oacute;polis ficou isolada, sem ponte, herdamos uma barquinha conseguida atrav&eacute;s de um acordo p&iacute;fio. Um acordo sem precedentes na &eacute;poca, afinal fomos pegos de surpresa, fomos a 1&ordf; hidrel&eacute;trica de Rio Grande, n&atilde;o podemos deixar de levar em conta que a barragem fica a aproximadamente 50 quil&ocirc;metros de nossa sede (estrada sem pavimenta&ccedil;&atilde;o asfaltica), ou seja, constru&iacute;da longe dos nossos olhos (informa&ccedil;&otilde;es somente atrav&eacute;s dos pouqu&iacute;ssimos meios de comunica&ccedil;&otilde;es da &eacute;poca). Resumindo a CPFL nos deu uma pequenina balsa, que trabalhava  com hor&aacute;rio fixo e limitante, duas m&aacute;quinas para terraplanagem e uma quantia em dinheiro (que a administra&ccedil;&atilde;o da &eacute;poca usou em saneamento e eletrifica&ccedil;&atilde;o da sede), muito pouco! E a ponte que foi engolida pela represa?<br />
	As conseq&uuml;&ecirc;ncias foram sentidas nos anos subseq&uuml;entes, quase um ter&ccedil;o de nossa popula&ccedil;&atilde;o migrou paras as mais diversas regi&otilde;es de nosso pa&iacute;s/continente, nossa agropecu&aacute;ria amargou um retrocesso incomensur&aacute;vel, nossa cidade refer&ecirc;ncia passou a ser C&aacute;ssia (cidade pouco maior que a nossa, e com ran&ccedil;o pol&iacute;tico por ter nos perdido no ato de nossa emancipa&ccedil;&atilde;o), as principais lideran&ccedil;as pol&iacute;ticas foram para outras paragens, o com&eacute;rcio simplesmente estancou, deixamos de ser uma regi&atilde;o de liga&ccedil;&atilde;o e integra&ccedil;&atilde;o regional, nosso esgoto dom&eacute;stico passou a ser um problemas, pois com a cria&ccedil;&atilde;o do lago, a curso da &aacute;gua ficou mais lento complicando nossa principal &aacute;rea de lazer daqueles tempos (at&eacute; os dias atuais), os empregos, o ISMS , a vila da Usina tudo ficou para Ibirac&iacute;, uma verdadeira l&aacute;stima, uma vez que dos 250 Km2 n&oacute;s contribu&iacute;mos com 58%, mais que a soma de todos os munic&iacute;pios do entorno da barragem juntos.<br />
	Nos dias atuais: a balsa continua obsoleta, o esgoto cada vez pior, os empregos na usina cada vez mais distante dos filhos de Delfin&oacute;polis, para conseguir algo de FURNAS somente com muita mendic&acirc;ncia e humilha&ccedil;&atilde;o, nossa principal liga&ccedil;&atilde;o continua sendo C&aacute;ssia (que pouco soma para n&oacute;s), as poucas &aacute;reas f&eacute;rteis que sobraram hoje s&atilde;o disputadas por outra usina, a Itaiquara de a&ccedil;&uacute;car e &aacute;lcool contribuindo com diminui&ccedil;&atilde;o de empregos na zona rural, e afetando o meio ambiente, um problema mais f&aacute;cil de se resolver, basta vontade de nossos pol&iacute;ticos, limitando &aacute;reas de plantio, exigindo rotatividade de culturas na &eacute;poca de renova&ccedil;&atilde;o de canaviais, reflorestando matas ciliares e fiscalizando os locais de plantio.<br />
	O Turismo &eacute; sem d&uacute;vida alguma a ultima chance de reden&ccedil;&atilde;o desta maravilhosa terra! H&aacute; aproximadamente 10 anos o Brasil come&ccedil;ou a descobrir esta regi&atilde;o de montanhas e lagos, vivenciamos um boom  tur&iacute;stico: pessoas e mais pessoas nos visitaram, lotes se valorizaram, fazendas, casas, alugueis, guias, pousadas foram constru&iacute;das, atrativos tur&iacute;sticos, enfim todo o com&eacute;rcio lucrou bastante. Mas o boom passou, e estamos vivendo o decl&iacute;nio final de Delfin&oacute;polis: esgoto em natura inviabiliza a explora&ccedil;&atilde;o do nosso potencial lacustre, falta atrativos alternativos (museu, bosque, casa da cultura, feira permanente de produtos da terra, pista para caminhada, dentre outros), plano diretor, uma pista de pouso pavimentada, mas sem duvida alguma o maior empecilho ao crescimento de Delfin&oacute;polis &eacute; a falta de acessibilidade, ou seja, nosso convidado n&atilde;o pode ficar sete, oito ou at&eacute; dez horas angustiantes na fila da balsa, tanto para entrar como para sair. Quem em s&atilde; consci&ecirc;ncia &eacute; convidado a visitar a casa de algu&eacute;m, fica oito horas esperando na porta, paga para ficar nesta casa e &eacute; obrigado a esperar mais sete horas para retornar ao seu lar de origem, voltaria a este lugar? <br />
A cada dia percebemos a diminui&ccedil;&atilde;o dos visitantes a esta terra, ser comerciante aqui &eacute; uma luta: dif&iacute;cil acesso, baixo giro, alta inadimpl&ecirc;ncia, concorr&ecirc;ncia desleal e falta de apoio por parte do poder p&uacute;blico. O turista consciente esta a cada dia mais raro, estamos ficando apenas com turistas de baixa renda e de pouca cultura, que buscam apenas um turismo barato (carnaval de rua, por exemplo) e curtir uma “zoeira”, o que denigre a imagem do turismo perante a popula&ccedil;&atilde;o, pois ningu&eacute;m quer um visitante que s&oacute; deixa sujeira, destrui&ccedil;&atilde;o e semeia a desordem. Este turismo predat&oacute;rio tem danificado de forma irremedi&aacute;vel nossos atrativos, os guias n&atilde;o s&atilde;o contratados, faltam normas para visita&ccedil;&atilde;o, os donos de atrativos est&atilde;o mais preocupados com o lucro f&aacute;cil (ningu&eacute;m refloresta, educa, freia o excesso de visita&ccedil;&atilde;o), hoje somos ref&eacute;ns das cachoeiras, porque o lago da usina est&aacute; polu&iacute;do inviabilizando esportes aqu&aacute;ticos.<br />
Chega! Ou nos tornamos uma “enst&acirc;ncia tur&iacute;stica”, cuidemos de nossa natureza, nos unamos em torno do resgate do d&eacute;bito social hist&oacute;rico imenso, que FURNAS Centrais El&eacute;tricas tem com o povo deste lado do Rio Grande, afinal fomos uma experi&ecirc;ncia sem precedente. Ajudamos S&atilde;o Paulo a crescer, o cora&ccedil;&atilde;o industrial do pa&iacute;s, mas quem ir&aacute; nos ajudar? Se Juscelino Kubistcheck estivesse vivo, tenho certeza, ele seria o primeiro a querer reparar t&atilde;o valoroso sacrif&iacute;cio. Sacrif&iacute;cio que ter&aacute; valido a pena, apenas se n&oacute;s pudermos elevar nossa cabe&ccedil;a e dizer: agora estamos recuperando o tempo perdido pelo nosso insulamento! Eu acredito  nesta terra!</p>
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