Veja nossa coluna semanal de Música Clássica com Clóvis Marques
Serviço de energia elétrica há muitas décadas não é mais considerado de utilidade pública, mas direito do cidadão
O problema afeta 1 entre 3 pessoas acima de 60 anos. A data tenta reforçar a importância do tratamento e as consequências
A "Pimentinha" foi a escolhida para o Nesta Data Especial desta semana no Opinião e Notícia
Nossa coluna semanal de críticas (construtivas) à imprensa
Confira a opinião pública da semana
Artigo da série sobre o curso A arte do Design - Art Nouveau e Bauhaus, da Casa do Saber Rio
Leia a crônica publicada no jornal Correio Mercantil, em 19 de novembro de 1854
Depois da primeira onda pandêmica, no inverno do ano passado, o Brasil iniciou nesta semana a campanha de vacinação contra a gripe A
Participe do sorteio e concorra a ingressos para a ópera no cinema
Confira a crítica de Francisco Taunay sobre o espetáculo
Carlos Eduardo Novaes com humor mordaz e crítico firmou-se como excelente cronista, dramaturgo, romancista e autor de literatura infanto-juvenil
PT e PSDB se enfrentam em um embate de propostas não definidas
Dilma virou, além de pré-candidata à Presidência e papagaio fêmea de inaugurações, PhD em raciocínio lógico
A corrida é cada vez mais popular e surge como opção para fazer amizades, praticar exercícios e aumentar a qualidade de vida
A predominância de grupos estrangeiros reflete que o Brasil recebeu cerca de US$ 3,1 bilhões de investimentos na indústria do etanol
Além de Barack Obama e dos congressistas, nas eleições do início de novembro os norte-americanos escolheram os juízes dos tribunais estaduais. Nenhum outro país do mundo elege magistrados por meio do voto popular.
No Tribunal Internacional de Justiça e no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos os juízes também são eleitos, não pelo voto popular, mas por representantes dos diferentes países. Nada garante que este método coloque nos tribunais pessoas qualificadas ou honestas. Como resultado, decisões que afetam milhões de vidas podem acabar sendo tomadas por pessoas com pouca ou nenhuma experiência judicial.
Conseguir um lugar no Tribunal Internacional de Justiça rende um salário de cerca de US$ 170 mil por ano. Trata-se de uma perspectiva tentadora para juízes que vêm de países pobres, onde recebem apenas um décimo disso. Alguns governos promovem seus candidatos como recompensa pelos serviços prestados.
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