Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
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PP deve sacramentar o deputado Arthur Lira (PP-AL) no cargo
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
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Programação no Rio sofre uma reviravolta após desabamento de prédios ao lado do Municipal
O cartão-postal de Manama é o World Trade Center, construído com três turbinas eólicas
Panela de pressão da política dos acertos partidários chega a seu ponto alto de fervura
Diretor alemão filma em seu país drama histórico com sotaque britânico
A Opinião Pública da semana é do Jayme Mello. Participe também!
Operação tem justificativa legal, mas é um fracasso do ponto de vista social e humano
Além de Barack Obama e dos congressistas, nas eleições do início de novembro os norte-americanos escolheram os juízes dos tribunais estaduais. Nenhum outro país do mundo elege magistrados por meio do voto popular.
No Tribunal Internacional de Justiça e no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos os juízes também são eleitos, não pelo voto popular, mas por representantes dos diferentes países. Nada garante que este método coloque nos tribunais pessoas qualificadas ou honestas. Como resultado, decisões que afetam milhões de vidas podem acabar sendo tomadas por pessoas com pouca ou nenhuma experiência judicial.
Conseguir um lugar no Tribunal Internacional de Justiça rende um salário de cerca de US$ 170 mil por ano. Trata-se de uma perspectiva tentadora para juízes que vêm de países pobres, onde recebem apenas um décimo disso. Alguns governos promovem seus candidatos como recompensa pelos serviços prestados.