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Oriente Médio

Os números do conflito de Gaza

Após oito dias de conflitos, cessar-fogo foi confirmado

Os números do conflito de Gaza
Mais de 100 palestinos e três israelenses foram mortos pelos ataques (Reprodução/Internet)

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Após oito dias de conflitos entre o Hamas, os palestinos islâmicos que controlam Gaza, e Israel, um cessar-fogo, intermediado pelo Egito e pelos Estados Unidos, foi confirmado na quarta-feira, 23. Pode ser que o cessar-fogo dê um fim aos conflitos que já mataram mais de 100 palestinos e três israelenses desde 14 de novembro, mas o desafio para ambos os lados será transformar um renovado entendimento informal em algo mais duradouro. Veja abaixo os números do conflito entre Israel e o Hamas.

Fontes:
The Economist-Rockets and ranges

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3 Opiniões

  1. jayme endebo disse:

    Em Resumo
    a brincadeira de são joão está melhorando !
    dispara-se misseis a torto e a direita e nada acontece ao hamas e quando há o revide, Israel se torna covarde pois foi desproporcional, muito interessante……….
    Sugiro então a Israel que faça igual ao hamas distribuindo bastante misseis na mesma proporção e aí vamos ver o que a midia vai dizer.

  2. Eliahu Feldman disse:

    Como em todo trabalho estatístico podemos dizer que “os números não mentem”. É o que mostram os números frios e “objetivos”. Mais de 100 palestinos mortos “contra” 3(talvez 4) israelenses mortos.
    No entanto sabemos o quanto estatísticas podem enganar, levar a falsas conclusões – em todos os terrenos – economia, política, medicina – e por aí vai.
    O que a estatística NÃO mostra é como e porque estes números são como são.
    De um lado, os (ditos) “militantes” palestinos que glorificam a morte ( e com desprezo dizem que os judeus glorificam a vida) e expõe propositadamente seus civís a eventuais respostas militares de Israel contra locais de lançamento de foguetes. Como tambem de usar seus proprios civis como escudos humanos, o que constitui crime de guerra (como lançar foguetes contra popuação civil). O fato é que estas são as “tática” preferidas por estes “militantes”, pois sabem que se Israel responde automaticamente (como em qualquer guerra, em que de onde sai tiro -qualquer que seja – o local vira um ponto de legítimo ataque para lidar com a situação) será arrastado para um mar de lama de acusações de “crimes de guerra”. O tiro (israelense sairá pela culatra). Diria que é um pouco uma versão mortífera do “fraco abusado”. Assim lançam foguetes de tetos de escolas, de hospitais hospitais, predios de apartamentos, quase que “convidando” os israelenses a responderm ao fogo pois sabem que o conflito tem muitas faces, uma delas e talvez de fundamental importancia hoje – a guerra da propaganda – na qual sem dúvida alguma Israel tem saido sempre o perdedor. Como no futebol – se não ganham no gramado, ganham no tapetão. Fotos repetidas de eventos inteiramente desligados dos atuais são repetidamente apresentados à midia mundial com um “vejam o que os israelenses estão fazendo”. “Mortos” na maca de entêrro levantam e saem, correndo quando divisam um helicóptero acima da procissão de enterro (filmado pelo helicoptero israelense) Mortos e/ou feridos em um local são refilmados ou fotografados, com uso de photoshop passam a multiplicar o numero de csualidades. É um verdadeiro “milagre de multiplicação”, como quando da invasão israelense em Jenin. Na época os palestinos (e a mídia, e a própria ONU) falaram de genocídio – palavra cultuada de modo zeloso pelos palestinos, e quando a “poeira baixou”, um reexame da situação mostrou que naquele conflito morreram 52 “militantes” palestinos e 26 soldados israelense. Muito longe de qualquer coisa que cheire a genocídio. Mas depois que isto foi propagado, quem conseguirá desfazer a mentira? A mídia mostrava então filmagens de Jenin como um monte de ruínas, pois filamvam o mesmo local de diversos angulos. Pois bem: o que foi arrasado na ocasião foi um quarteirão.
    Por outro lado, Israel, que tenta de todos os modos proteger seus cidadãos com abrigos subterrâneos, quartos construidos inteiram,ente em concreto armado afim de resistir a foguetes e bombas de pequeno e talvez medio porte (em toda construção israelense isto pasou há muitos anos a ser obrigatório – um quarto na casa com caractrísticas de abrigo), e desenvolve projetos antibalísticos (gastando uma baba de dinheiro) que protegeram a população de modo bastante eficiente nesta “rodada”do conflito.
    O número de mortos e feridos seria imensamente maior em Israel caso não existisse o “Iron Dome”. Vai daí que…estatísticas não servem para se analisar uma situação complexa como esta, e servem somente de fermento para a cruel propaganda anti-israelense fomentada de todos os modos pelos palestinos – um verdadeiro vale-tudo – e “comprada” por grande parte da mídia e dos que “defendem causas justas”.

  3. JULIO disse:

    TRÊS ISRAELENSES E 140 PALESTINOS MORTOS?
    EM 2009, 9 PESSOAS MORRERAM E 337 FORAM INTERNADAS POR FOGOS DE ARTIFÍCIO NO BRASIL

    800 FOGUETES E 3 MORTOS? MENOS DO QUE AS MORTES POR FOGOS NO BRASIL? ACHO QUE DEVEMOS PEDIR CONSULTORIA AOS PALESTINOS PARA FAZER AQUI FOGOS DE ARTIFÍCIO MAIS SEGUROS.
    SERÁ QUE ESTAVAM FESTEJANDO, COMO NAS FESTAS DE SÃO JOÃO, E FORAM MAL INTERPRETADOS?
    OS FOGUETES DÊLES ESTÃO MAIS SEGUROS DO QUE NOSSOS ROJÕES….

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