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Pentágono proíbe a tortura em interrogatórios

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O Pentágono proibiu formalmente o uso de técnicas derivadas de métodos de tortura em interrogatórios, por meio de norma oficial, com data de 9 de outubro.

De acordo com a norma, "a utilização de técnicas do programa SERE contra uma pessoa detida está proibida". O programa SERE foi desenvolvido pelo Exército americano após a guerra da Coréia (1950-1953) para treinar militares — principalmente pilotos — que caíssem em mãos inimigas para sobreviver.

Os pilotos aprendiam a resistir à tortura, submetendo-se às mesmas técnicas usadas contra os prisioneiros detidos pelo Exército americano durante a guerra. Os castigos incluem mergulhar a cabeça do prisioneiro na água, atingi-lo no rosto e no ventre e deixá-lo nu, além de submetê-lo a privação do sono, posições incômodas e isolamento.

 

Fontes:
Veja - Pentágono proíbe formalmente tortura em interrogatórios

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2 Opiniões

  1. Arlon Borges disse:

    Tem muita demagogia no trato desse assunto. É preciso distinguir entre maus-tratos e tortura propriamente dita. Eu acho que algo que não deixe sequelas físicas ou psicológicas não precisa ser proibido. Não se pode esperar que um terrorista dê informações por ser bonzinho. Ele vai dá-las se estiver exausto ou com medo.

    Para mim os maus-tratos de AbuGrahbi (?) estão no limite do aceitável.

  2. Evandro Correia disse:

    O governo Bush está tentando argumentar que se não se causa dano ou dor física não é tortura, é apenas técnica radical de interrogatório. Daí aquelas cenas da Abu Ghabri, os presos nus sendo ameaçados por cachorros, ou de levar choques elétricos. O argumento é que se o cachorro não atacou, ou se o choque não aconteceu, não é tortura.

    O assunto poderia ser objeto de uma discussão civilizada. Acontece que a mídia, 100% anti-EUA, distorce tudo, fala em "atrocidades que aconteceram em Abu Ghabri", e não acontece um debate inteligente.

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