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Primeiro-ministro firma acordo com ultraortodoxos

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O primeiro-ministro nomeado de Israel e líder do partido Likud, Benjamin Netanyahu, fechou um acordo com o ultraordoxo Shas, para a entrada do partido na coalizão do governo. O acordo foi fechado na madrugada desta segunda-feira e, poucas horas depois, negociadores do partido de Netanyahu reuniram-se com o Partido Trabalhista de Israel.

Com os trabalhistas, que são de centro-esquerda, o primeiro-ministro quer formar uma coalizão alternativa ao governo de direita e que pode trazer divergências com os EUA sobre a paz na região. Mas com os acordos firmados entre Netanyahu, o Shas e com o Yisrael Beitenu, faz com que Israel se aproxime de ter um governo de direita.

O acordo dá aos ortodoxos quatro ministérios. O líder do partido, Eli Yishai, vai assumir os cargos de ministro do Interior e vice-primeiro-ministro de Netanyahu. Também serão ocupados por membros do Shas os ministérios da Habitação e da Religião, além do acordo nomear com status de ministro Meshulam Nahari, que não comandará qualquer pasta.

Netanyahu prometeu ainda indicar como chanceler Lieberman — que propôs transferir as terras onde mora a maioria dos 1,5 milhões de árabes em Israel para um futuro Estado palestino, em troca de assentamentos judeus na Cisjordânia –, o que causou preocupação internacional. Com isso. o líder do Likud pode ter problemas com Obama, que prometeu trabalhar por um acordo de paz no Oriente Médio, o que inclui território para os palestinos.

Fontes:
Estadão - Netanyahu firma coalizão com ultraortodoxos em Israel

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1 Opinião

  1. Flavita disse:

    Os ortodoxos sionistas são o atraso de Israel. Quero pensar de maneira otimista, que uma vez no poder, na negociação, estes radicais desviem o olhar do muro das lamentações, e progridam nas suas idéias. Existem muitos movimentos entre judeus fora e dentro de Israel produzindo idéias melhores para o futuro da região. Obama será um fator vital nesse processo. Espero que um novo pensamento possa ter espaço na mente dos jovens israelenses e palestinos. Ainda falta muita ousadia nesse terreno. Chega a cansar a mesmice desta questão

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