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Comércio sexual

Qual é o papel do Estado?

Desde 1999 a Suécia pune "cafetões" com multas, detenção de até seis meses e divulgação dos seus nomes. As prostitutas passaram a ser tratadas como vítimas da exploração sexual. A experiência foi seguida em vários países, como na Inglaterra e no País de Gales.

A política punitiva da Suécia, levada a cabo por um governo de centro-esquerda, hoje é aceita por todos os principais partidos do país. Autoridades dizem que o número de prostitutas diminuiu cerca de 40% durante os primeiros quatro anos da nova postura do Estado. O problema é que os suecos continuam procurando comércio sexual em outros países — nos vizinhos ou nos mais distantes, como a Tailândia.

Na Europa, os governos vêm adotando medidas mais rígidas em relação à prostituição. Nos EUA, o comércio sexual é considerado crime, exceto em Rhode Island e em regiões de Nevada. A cidade de São Francisco realiza plebiscito nesta terça-feira sobre a descriminalização do comércio sexual.

Fontes:
Economist - Policing prostitution: The oldest conundrum

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3 Opiniões

  1. heloisa disse:

    Sem dúvida discriminalização do comércio sexual. Todo o esforço colocado na fiscalização rigorosa na presença de menores na área. Isto é trabalho de muitas frentes: justiça, educação, saúde, direitos humanos, Itamaraty, denúncia vazia, bolsa escola, turismo, bares etc.

  2. yama souto disse:

    A medida aplicada nos países citados é conveniente e, com ela, não pune aquele/aquela que só consegue obter moeda de troca entre seu corpo e suas necessidades deixe de "alimentar" os que se aproveitam desta venda do corpo parasitando e degradando como se houvesse proteção e apoio emocional decorrente do valor que usurpam dos que vendem o prazer que o seus corpos mecaniamente oferecem.

  3. hcgalvao disse:

    O que nossas autoridades estão esperando? Tá ai um modelo que pode não ser cem por cento, mas alivia um pouco a situação.

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